A justiça dos Estados Unidos negou pedido de concordata involuntária de afiliadas da W.R. Huff Asset Management à Globo Comunicações e Participações S.A. (Globopar). Na última quinta-feira, a juíza Prudence Beatty, do tribunal de falências de Nova York, decidiu a favor da Globopar, alegando que o processo nos Estados Unidos era inadequado, uma vez que a mesma é uma empresa brasileira e não tem ativos nos EUA.
A corte americana decidiu que o pedido de concordata involuntária não tinha fundamento legítimo e que o caso deveria ser suspenso. O processo havia dado entrada na justiça americana em 11 de dezembro.
O presidente da Globopar, Ronnie Vaz Moreira, divulgou hoje nota sobre a decisão, na qual diz ver progresso nas negociações com os credores:
"Vejo considerável progresso em nossas discussões com os grupos de credores a respeito de uma reprogramação consensual de nossa dívida bancária e de títulos de crédito. Esperamos dar prosseguimento a essas discussões e apresentar a eles um novo plano no futuro próximo", declarou, por meio do comunicado.
Justiça dos EUA rejeita ação de grupo americano contra a Globopar
Domingo, 22 de Fevereiro de 2004 às 04:13, por: CdB