Rio de Janeiro, 29 de Março de 2026

Justiça determina quebra de sigilo telefônico do coronel Guimarães

Sexta, 15 de Setembro de 2006 às 16:47, por: CdB

O juiz Richard Chequini, do 1º Tribunal do Júri, determinou nesta sexta-feira a quebra de sigilo telefônico do coronel Ubiratan Guimarães, assassinado no último sábado, de sua namorada, Carla Cepollina, e de mais sete pessoas. Chequini aprovou, ainda, o pedido do Ministério Público Estadual para que o processo corra em segredo de Justiça, o que impede a divulgação de dados sobre as investigações. O prazo para a conclusão do caso é de 60 dias.

A polícia deverá receber entre terça e quarta-feira as informações de 15 linhas de telefones fixos e celulares, com ligações feitas entre os dias 1 e 12 de setembro. A mãe e advogada de Carla Cepollina, Liliana Prinzivalli, também está na lista das pessoas que terão o sigilo telefônico quebrado. Segundo informou a polícia, na última segunda-feira, Carla confirmou uma discussão com o coronel depois de um telefonema recebido por Ubiratan no sábado.

Carla, entregou nesta sexta-feira os dois passaportes e está impedida de sair do país.

Em depoimento à Polícia Federal de Belém (PA), a delegada Renata Madi disse ao delegado Uálame Machado ter tentado falar com Ubiratan por duas vezes no dia do crime,mas não conseguiu. A PF informou que a delegada disse, em depoimento, ter sido atendida por Carla. No segundo telefonema, a namorada de Ubiratan teria relatado uma discussão do casal, segundo Renata.

 

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