Justiça determina melhorias em estádio de Curitiba para Copa de 2014
Uma semana depois de embargar as obras no estádio de Curitiba para a Copa do Mundo de 2014, a Justiça do Trabalho liberou os trabalhos no local, mas determinou que sejam realizadas melhorias nas medidas de segurança.
Justiça do Trabalho liberou os trabalhos no local, mas determinou que sejam realizadas melhorias nas medidas de segurança
Uma semana depois de embargar as obras no estádio de Curitiba para a Copa do Mundo de 2014, a Justiça do Trabalho liberou os trabalhos no local, mas determinou que sejam realizadas melhorias nas medidas de segurança.
O Clube Atlético Paranaense, dono da Arena da Baixada, informou que as obras foram retomadas nesta terça-feira, e que não medirá "esforços para retomar o ritmo intenso das obras e para entregar o estádio pronto na data acordada com a Fifa".
A entidade que controla o futebol mundial estabeleceu dezembro como data de entrega dos seis estádios que faltam ficar prontos para a Copa do Mundo.
A reforma no estádio de Curitiba foi embargada na terça-feira da semana passada por determinação da juíza Lorena de Mello Rezende Colnago, da 23ª Vara do Trabalho de Curitiba, devido a riscos na segurança dos trabalhadores.
Os problemas foram resolvidos em parte, segundo o despacho da juíza.
- O resultado do relatório do Grupo Móvel de Auditoria de Condições do Trabalho (GMAI) e o laudo pericial apontam para a correção das irregularidades anteriormente encontradas e destacadas no relatório de fiscalização, o que afasta o risco de soterramento de trabalhadores - disse ela em sua decisão.
- Contudo, nem todas as irregularidades foram sanadas, continuando pendente a adequação da obra - acrescentou a juíza, listando sete itens a serem corrigidos, "sob pena da obra ser novamente embargada".
O Atlético-PR terá 72 horas para implementar as medidas descritas pela juíza.
A arena de Curitiba, que vai receber quatro jogos da Copa, todos pela primeira fase, foi forçada a abandonar os planos de construir uma cobertura retrátil para o Mundial, como estava planejado, para não correr o risco de descumprir o prazo para conclusão das obras.
Em agosto, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, visitou o estádio e ficou acertado com o Atlético-PR que a cobertura retrátil será feita somente após a Copa.
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