Justiça determina ação em sindicato de Niterói e São Gonçalo
A Delegacia Fazendária da Polícia Civil fez nesta segunda-feira, uma operação para cumprir dez mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça, no Sindicato dos Empregados no Comércio de Niterói e São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, que tem base territorial nos municípios de Itaboraí, Rio Bonito, Maricá, Saquarema e Silva Jardim.
Segunda, 08 de Setembro de 2014 às 09:50, por: CdB
Durante a operação, já foram apreendidos computadores e vários documentos
A Delegacia Fazendária da Polícia Civil fez nesta segunda-feira, uma operação para cumprir dez mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça, no Sindicato dos Empregados no Comércio de Niterói e São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, que tem base territorial nos municípios de Itaboraí, Rio Bonito, Maricá, Saquarema e Silva Jardim.
A delegada Tatiana Ribeiro está à frente da ação, que investiga a presidenta do sindicato, Rita de Cácia da Silva Rodrigues de Almeida, indiciada por crimes de apropriação indébita, formação de quadrilha, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.
Durante a operação, foram apreendidos computadores e vários documentos. As ações estão sendo estendidas para outros pontos de Niterói e do interior do Estado, como Barra do Piraí e Cabo Frio, na Região dos Lagos.
Rita de Cácia está na presidência da entidade de classe desde 2004 e tem mandato até 2020, conforme determina o estatuto do sindicato.
Policiais baleados
Dois policiais foram baleados na madrugada desta segunda-feira no morro do Caramujo, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com o comando do 12º Batalhão da Polícia Militar, os PMs foram checar denúncia de que traficantes estariam promovendo baile funk na comunidade.
Quando os PMs chegaram ao local, foram recebidos a tiros, de acordo com o batalhão. Um policial foi atingido de raspão na cabeça, ele foi submetido a cirurgia e outro, baleado na perna, passa bem. Eles foram encaminhados para o Hospital Estadual Azevedo Lima.
Em razão desta ocorrência, o batalhão faz na manhã desta segunda uma operação de combate ao tráfico de drogas na região com apoio do Bope (Batalhão de Operações Especiais), Batalhão de Choque e BAC (Batalhão de Ações com Cães).
Corpo carbonizado
A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu que um exame de DNA seja feito em um corpo encontrado carbonizado dentro de um carro na Zona Oeste.
De acordo com as investigações, o corpo tem características semelhantes a Jandira Magdalena Cruz, que desapareceu em 26 de agosto após ir a uma clínica de aborto. O corpo encontrado ainda possui uma marca de tiro na cabeça. A polícia não descarta a hipótese de a mulher ter sido executada após passar mal em uma clínica clandestina.
- Parecia muito, mas não era ela. A investigação está bem avançada. Não tenho mais nada para falar.
Jandira desapareceu após entrar em um carro com outras mulheres para ser levada a uma clínica de aborto. A polícia acreditava que havia localizado a motorista do veículo, mas, ao ver a moça, Leandro Brito, não a reconheceu. O jovem estava com a ex namorada até o momento em que ela entrou no automóvel.
Brito havia reconhecido a suposta motorista por foto, mas se enganou e voltou atrás ao chegar à delegacia. Os investigadores continuam as buscas por Jandira. No telefone celular da jovem, foi encontrada a foto de um cartão de visitas de uma mulher, cujo apelido é Rose, que já foi presa quatro vezes pelo crime de aborto.
Maria Ângela dos Santos, a mãe de Jandira, disse que a jovem, que é mãe de duas meninas de nove e 12 anos de idade, estava deprimida e com a saúde debilitada. Segundo ela, ninguém tem o direito de julgar a decisão da filha de fazer um aborto. Jandira estava grávida de três meses.
- Tenho fé que vou encontrar a minha filha viva.
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