A Justica decide nesta segunda-feira o pedido de prisão preventiva para os PMs suspeitos de envolvimento no atentado ao delegado adjunto da Divisão Anti-Seqüestro (DAS), Alexandre neto.
Os três acusados prestaram depoimento na corregedoria de polícia. Em depoimento, dois deles negaram todas as acusações. O sargento Marcio de Souza Barbosa, outro suspeito, reafirmou que no momento do crime estava em uma farmácia do subúrbio. A perícia, no entanto, encontrou vestígios de pólvora no carro particular dele, que é igual ao usado no atentado.