A taxa de juros cobrada pelo crédito pessoal subiu 2 pontos percentuais, de setembro para outubro, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta segunda-feira. No período, a taxa, que inclui operações de crédito consignado, passou de 41,6% para 43,6% ao ano.
Segundo o BC, também subiu a taxa do crédito para a compra de veículos, que passou de 23,3% para 23,5%.
A taxa média cobrada pelo uso do cheque especial caiu 3,6 pontos percentuais, mas continua alta – 163,6% ao ano – em relação às demais.
Os dados preliminares do Banco Central (BC) deste mês mostram estabilidade na taxa de juros cobrada das famílias. A taxa média, até o dia 17 deste mês, permaneceu em 40,4% ao ano.
No caso das empresas, houve recuo de 0,4 ponto percentual, para 28,3% ao ano, informou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
O volume de empréstimos para as famílias cresceu 2,2% para as famílias e 2% para as empresas.
O spread, diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e a taxa cobrada dos clientes pelos bancos, ficou estável para as famílias, em 29 pontos percentuais, e caiu 0,4 ponto percentual, para 17,7 pontos percentuais, no caso das empresas.
Juros do crédito pessoal chegam a 43,6% ao ano
A taxa de juros cobrada pelo crédito pessoal subiu 2 pontos percentuais, de setembro para outubro, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta segunda-feira. No período, a taxa, que inclui operações de crédito consignado, passou de 41,6% para 43,6% ao ano.
Segunda, 29 de Novembro de 2010 às 10:52, por: CdB
A taxa de juros cobrada pelo crédito pessoal subiu 2 pontos percentuais, de setembro para outubro, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta segunda-feira. No período, a taxa, que inclui operações de crédito consignado, passou de 41,6% para 43,6% ao ano.
Segundo o BC, também subiu a taxa do crédito para a compra de veículos, que passou de 23,3% para 23,5%.
A taxa média cobrada pelo uso do cheque especial caiu 3,6 pontos percentuais, mas continua alta – 163,6% ao ano – em relação às demais.
Os dados preliminares do Banco Central (BC) deste mês mostram estabilidade na taxa de juros cobrada das famílias. A taxa média, até o dia 17 deste mês, permaneceu em 40,4% ao ano.
No caso das empresas, houve recuo de 0,4 ponto percentual, para 28,3% ao ano, informou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
O volume de empréstimos para as famílias cresceu 2,2% para as famílias e 2% para as empresas.
O spread, diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e a taxa cobrada dos clientes pelos bancos, ficou estável para as famílias, em 29 pontos percentuais, e caiu 0,4 ponto percentual, para 17,7 pontos percentuais, no caso das empresas.