Juíza dos EUA recusa processo contra Apple por privacidade de informações
Uma juíza federal da Califórnia recusou um processo de consumidores sobre privacidade de dados contra a Apple, dizendo que os requerentes não conseguiram demonstrar que se basearam em uma suposta declaração falsa da companhia e que sofreram danos.
Pessoas conferem várias versões do novo iPhone 5C após evento da Apple em Cupertino, nos Estados Unidos. Uma juíza federal da Califórnia recusou um processo de consumidores sobre privacidade de dados contra a Apple
Uma juíza federal da Califórnia recusou um processo de consumidores sobre privacidade de dados contra a Apple, dizendo que os requerentes não conseguiram demonstrar que se basearam em uma suposta declaração falsa da companhia e que sofreram danos.
Os quatro requerentes alegaram em 2011 que a Apple violou sua política de privacidade, afirmando que a fabricante do iPhone teria projetado seu ambiente iOS para transmitir informações pessoais com facilidade para terceiros, que coletariam e analisariam tais dados sem consentimento ou detecção dos usuários.
Eles também alegaram que sofreram danos ao pagar dinheiro demais por seus iPhones e por perderem espaço de armazenamento, entre outras coisas, de acordo com documentos da corte.
A juíza distrital dos Estados Unidos Lucy H. Koh, em San Jose, Califórnia, recusou o caso.
- Os requerentes devem providenciar alguma prova de que eles testemunharam uma ou mais das alegadas falsas declarações da Apple, que eles realmente se basearam nestas declarações falsas, e que eles então sofreram danos - disse Koh no julgamento de 25 de novembro.
Advogados dos requerentes e da Apple não comentaram o assunto.
Microsoft bloqueia censura do Skype na China
A Microsoft dificultou o monitoramento de chamadas e chats em seu serviço de Skype na China, afirmou um grupo de defesa da liberdade de expressão, enquanto o governo chinês amplia sua censura sobre a Internet.
O Skype anunciou na segunda-feira ter encerrado uma joint venture de oito anos com a empresa sediada em Hong Kong TOM Group --que tem 51 por cento de seu capital detido pelo bilionário Li Ka-Shing--, firmando uma nova parceria na China.
- Depois de análise cautelosa do novo Skype, acreditamos que a Microsoft retirou todas as restrições de censura em seu produto na China - disse o grupo GreatFire nesta quarta-feira.
- Todas as chamadas dos usuários, chats e informações de login são criptografados e comunicados diretamente à Microsoft via HTTPS. Isso é completamente diferente da Microsoft na era TOM-Skype, quando todas as informações eram processadas e armazenadas pela TOM em servidores localizados na China, sem nenhum controle de privacidade.
Um porta-voz da Microsoft na China recusou-se a comentar e um assessor de imprensa da regional do Skype na Ásia-Pacífico não foi encontrado.
O novo parceiro do Skype na China é o Guangming Founder (GMF), uma joint venture entre o jornal Guangming Daily, sediado em Pequim, e o Founder Group, um conglomerado de tecnologia de Pequim estabelecido pela Peking University, de acordo com o novo site do GMF-Skype.
A parceria TOM-Skype foi alvo de críticas de grupos de defesa dos direitos humanos por permitir censura e vigilância. Estudos mostraram que o serviço TOM-Skype poderia ser alvo de monitoramento de seus usuários.
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