Rio de Janeiro, 01 de Setembro de 2026

Jornalistas viram nomes de ruas no Rio

Os jornalistas Carlos Castelo Branco e Armando Nogueira são homenageados in memoriam pela Prefeitura com nomes de novas ruas reconhecidas como logradouros públicos no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Neste bairro e em Guaratiba -também na Zona Oeste - da cidade, outras quatro ruas e uma praça na Ilha do Governador - na Zona Norte - também foram reconhecidas em três decretos do prefeito Eduardo Paes no Diário Oficial do Município.

Sexta, 15 de Outubro de 2010 às 12:34, por: CdB

Os jornalistas Carlos Castelo Branco e Armando Nogueira são homenageados in memoriam pela Prefeitura com nomes de novas ruas reconhecidas como logradouros públicos no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Neste bairro e em Guaratiba -também na Zona Oeste - da cidade, outras quatro ruas e uma praça na Ilha do Governador - na Zona Norte - também foram reconhecidas em três decretos do prefeito Eduardo Paes no Diário Oficial do Município. Armando Nogueira foi jornalista e cronista esportivo. Pioneiro do telejornalismo, foi responsável pela implantação do jornalismo na Rede Globo, com destaque para a criação do Jornal Nacional, primeiro jornal com transmissão em rede e ao vivo da história da televisão brasileira. Armando nasceu em Xapuri, no Acre, em 14 de janeiro de 1927 e faleceu no Rio em 29 de março de 2010. Carlos Castello Branco nasceu em Teresina - Piauí - em 25 de junho de 1920 e faleceu em 1° de junho de 1993. Jornalista e escritor, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A Coluna do Castelo, que manteve por décadas no Jornal do Brasil, é um marco no jornalismo brasileiro. Seu acervo encontra-se no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio. Com o reconhecimento dos novos logradouros públicos, as denominações oficiais homenageiam a memória de pessoas ligadas à história da cidade. No Recreio dos Bandeirantes, além dos dois jornalistas, dão nomes a novas ruas o bibliófilo José Mindlin, o poeta J.G. de Araújo Jorge e o artista plástico Aldemir Martins. Ponto de referência das antigas ruas Projetadas 1, 2, 25, 3 e Avenida D são a Rua Rômulo de Almeida e a Avenida Miguel Antônio Fernandes. Em Guaratiba, foi reconhecida a Rua Padre Prior do Carmo, e, no Jardim Guanabara, Ilha do Governador, a Praça Professor Ivo Augusto Furlanetto. Em outros dois decretos, também foi reconhecida como logradouro público a Rua Pita, em Campo Grande; e foram retificados os limites da Rua Gustavo Lacerda, no Centro, que passa a começar na Rua Silva Jardim, lado ímpar, 46 metros depois da Rua da Carioca, e a terminar na Avenida República do Paraguai, com 80 metros de extensão. Matéria revisada em 17 de outubro, às 23h33, para correção de informações

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