O Jiu Jitsu pode ser patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O projeto de lei 2.941/10, de autoria do deputado Edino Fonseca (PR) - já aprovada em primeira discussão na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) - garantirá que a arte marcial seja preservada. No projeto, ele lembra que, a luta foi trazida ao Brasil pelo mestre Mitsuyo Meada e passado a Carlos Gracie em 1916, que a transmitiu à família Gracie, estabelecida no Rio.
– Ao se mostrarem capazes de derrotar adversários vinte e até trinta quilos mais pesados, os Gracie conquistaram notoriedade internacional e solidificaram o “Gracie Jiu-Jitsu”, que se diferencia da forma tradicional desse esporte devido ao aprimoramento da luta de chão e aos golpes de finalização – diz o deputado.
A Unesco define como Patrimônio Cultural Imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural."
O Patrimônio Imaterial é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
Jiu Jitsu deverá ser patrimônio imaterial do Rio
O Jiu Jitsu pode ser patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O projeto de lei 2.941/10, de autoria do deputado Edino Fonseca (PR) - já aprovada em primeira discussão na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) - garantirá que a arte marcial seja preservada. No projeto, ele lembra que, a luta foi trazida ao Brasil pelo mestre Mitsuyo Meada e passado a Carlos Gracie em 1916, que a transmitiu à família Gracie, estabelecida no Rio.(Leia Mais)
Domingo, 16 de Maio de 2010 às 06:48, por: CdB