Faixa-preta de Jiu-Jitsu (6º grau), o deputado federal Marcelo Itagiba, que na década de 1960, aos dez anos de idade, começou a colher os ensinamentos dos mestres Carlson Gracie e Ivan Gomes na academia da Rua Toneleros, em Copacabana, no Rio de Janeiro, tomou duas iniciativas em favor das artes marciais.
São dois projetos de lei de Itagiba que tramitam na Câmara Federal. Um deles se destina à regulamentação profissional das artes marciais. O outro projeto declara o Jiu Jitsu brasileiro “Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial do país”.
No dia 26 de fevereiro de 2008, Marcelo Itagiba apresentou o projeto de lei nº 2.889.
– Tomei a iniciativa porque hoje são praticadas em todo o mundo diversas modalidades de artes marciais, mas o reconhecimento, no Brasil, da atividade profissional dos que vivem da prática e do ensino das lutas tem sido questionado por conta da ausência de uma lei específica –, justificou Itagiba.
Pelo seu projeto, com a criação do Conselho Federal de Profissionais de Artes Marciais e dos Conselhos Regionais, as atividades serão uma prerrogativa dos profissionais regularmente neles registrados.
Tornar o Jiu Jitsu brasileiro “Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial do País” – hoje, somente a capoeira tem tal reconhecimento – foi uma iniciativa tomada por Itagiba no dia 14 de julho deste ano, quando protocolou na Câmara o projeto de lei nº 7.662.
– O objetivo é reconhecer a importância cultural e esportiva da luta originada da arte marcial trazida ao Brasil pelo mestre Mitsuyo Meada e passada a Carlos Gracie, em 1916, que o transmitiu, por meio da família Gracie, ao povo brasileiro –, explicou Itagiba.
O deputado também citou João Alberto Barreto, seus irmãos Álvaro Barreto e Sérgio Augusto Barreto, e o sobrinho destes José Roberto Barreto, “dentre tantos que contribuíram para a relevância do Jiu-Jitsu na cultura e na formação dos jovens brasileiros”.
Itagiba luta pelas artes marciais no Congresso
Faixa-preta de Jiu-Jitsu, o deputado federal Marcelo Itagiba tomou duas iniciativas em favor das artes marciais. São dois projetos de lei de Itagiba que tramitam na Câmara Federal. Um deles se destina à regulamentação profissional das artes marciais. O outro projeto declara o Jiu Jitsu brasileiro “Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial do país”.
Sexta, 10 de Setembro de 2010 às 11:20, por: CdB
Faixa-preta de Jiu-Jitsu (6º grau), o deputado federal Marcelo Itagiba, que na década de 1960, aos dez anos de idade, começou a colher os ensinamentos dos mestres Carlson Gracie e Ivan Gomes na academia da Rua Toneleros, em Copacabana, no Rio de Janeiro, tomou duas iniciativas em favor das artes marciais.
São dois projetos de lei de Itagiba que tramitam na Câmara Federal. Um deles se destina à regulamentação profissional das artes marciais. O outro projeto declara o Jiu Jitsu brasileiro “Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial do país”.
No dia 26 de fevereiro de 2008, Marcelo Itagiba apresentou o projeto de lei nº 2.889.
– Tomei a iniciativa porque hoje são praticadas em todo o mundo diversas modalidades de artes marciais, mas o reconhecimento, no Brasil, da atividade profissional dos que vivem da prática e do ensino das lutas tem sido questionado por conta da ausência de uma lei específica –, justificou Itagiba.
Pelo seu projeto, com a criação do Conselho Federal de Profissionais de Artes Marciais e dos Conselhos Regionais, as atividades serão uma prerrogativa dos profissionais regularmente neles registrados.
Tornar o Jiu Jitsu brasileiro “Patrimônio Esportivo e Cultural Imaterial do País” – hoje, somente a capoeira tem tal reconhecimento – foi uma iniciativa tomada por Itagiba no dia 14 de julho deste ano, quando protocolou na Câmara o projeto de lei nº 7.662.
– O objetivo é reconhecer a importância cultural e esportiva da luta originada da arte marcial trazida ao Brasil pelo mestre Mitsuyo Meada e passada a Carlos Gracie, em 1916, que o transmitiu, por meio da família Gracie, ao povo brasileiro –, explicou Itagiba.
O deputado também citou João Alberto Barreto, seus irmãos Álvaro Barreto e Sérgio Augusto Barreto, e o sobrinho destes José Roberto Barreto, “dentre tantos que contribuíram para a relevância do Jiu-Jitsu na cultura e na formação dos jovens brasileiros”.