O Hamas, que havia eleito a maioria do Parlamento palestino no início do ano passado, controlava o governo com o premiê Ismail Haniya.
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse que os prisioneiros que serão libertados “não têm sangue em suas mãos”, ou seja, não cometeram atentados ou assassinatos.
Ele espera que a medida ajude ainda nos esforços para a libertação de soldados israelenses capturados pelos palestinos.
O ministro do Interior, Meir Sheetrit, disse que os prisioneiros ligados ao Hamas somente serão libertados se o Hamas reconhecer a existência de Israel.
Cerca de 10 mil prisioneiros palestinos estão atualmente em poder de Israel.
A última vez que Israel soltou um número significativo de prisioneiros palestinos foi em 2005, quando quase 400 foram libertados como parte de um acordo de cessar-fogo.