O gabinete de Israel aprovou neste domingo uma rota para parte de sua controvertida barreira na Cisjordânia que atravessa Jerusalém Oriental e vai isolar 55 mil moradores árabes do resto da cidade.
As autoridades israelenses decidiram que quatro áreas árabes no leste e norte de Jerusalém ficarão fora da barreira.
A maioria dos moradores destas áreas e que possuem carteiras de identidade israelense, têm o direito de utilizar hospitais e escolas em Jerusalém, mas agora terão seu acesso dificultado.
O governo israelense disse que vai garantir que eles possam continuar freqüentando esses locais.
Líderes palestinos criticaram a barreira dizendo que ela esvazia o resultado de futuras conversações sobre o status de Jerusalém Oriental.
Os palestinos querem fazer da cidade seja a capital de seu possível futuro Estado.