O primeiro funcionário graduado dos EUA a visitar o Egito desde a intervenção militar para derrubar um presidente eleito se reuniu nesta segunda-feira com autoridades locais, às quais pediu uma rápida restauração da democracia, enquanto milhares de seguidores do deposto líder islâmico saíam às ruas.
Os ativistas islâmicos mantém uma vigília exigindo a reinstauração do mandato de Mursi
O primeiro funcionário graduado dos EUA a visitar o Egito desde a intervenção militar para derrubar um presidente eleito se reuniu nesta segunda-feira com autoridades locais, às quais pediu uma rápida restauração da democracia, enquanto milhares de seguidores do deposto líder islâmico saíam às ruas.
O subsecretário de Estado William Burns chegou a uma capital polarizada, onde ambos os lados estão furiosos com os Estados Unidos, superpotência que oferece US$ 1,5 bilhão em ajuda anual, sendo a maior parte para o Exército.
A crise no mais populoso país árabe alarma a região e o Ocidente. Os EUA se dividem entre seu apoio à democracia e sua clara insatisfação com a ascensão da Irmandade Muçulmana, grupo político do presidente deposto, Mohamed Mursi.
Até agora, Washington se recusa a descrever a intervenção militar como golpe, o que levaria à suspensão da ajuda.
Os ativistas islâmicos mantém uma vigília exigindo a reinstauração do mandato de Mursi. Tanto eles quanto os adversários laicos da Irmandade convocaram grandes manifestações para esta segunda-feira.
Na última semana, os atos públicos no Cairo tenderam a ser pacíficos, depois da morte de 92 pessoas nos dias imediatamente subsequentes à derrubada de Mursi.
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