Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026

Islamitas egípcios fazem passeata

O primeiro funcionário graduado dos EUA a visitar o Egito desde a intervenção militar para derrubar um presidente eleito se reuniu nesta segunda-feira com autoridades locais, às quais pediu uma rápida restauração da democracia, enquanto milhares de seguidores do deposto líder islâmico saíam às ruas.

Segunda, 15 de Julho de 2013 às 08:08, por: CdB
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Os ativistas islâmicos mantém uma vigília exigindo a reinstauração do mandato de Mursi
O primeiro funcionário graduado dos EUA a visitar o Egito desde a intervenção militar para derrubar um presidente eleito se reuniu nesta segunda-feira com autoridades locais, às quais pediu uma rápida restauração da democracia, enquanto milhares de seguidores do deposto líder islâmico saíam às ruas. O subsecretário de Estado William Burns chegou a uma capital polarizada, onde ambos os lados estão furiosos com os Estados Unidos, superpotência que oferece US$ 1,5 bilhão  em ajuda anual, sendo a maior parte para o Exército. A crise no mais populoso país árabe alarma a região e o Ocidente. Os EUA se dividem entre seu apoio à democracia e sua clara insatisfação com a ascensão da Irmandade Muçulmana, grupo político do presidente deposto, Mohamed Mursi. Até agora, Washington se recusa a descrever a intervenção militar como golpe, o que levaria à suspensão da ajuda. Os ativistas islâmicos mantém uma vigília exigindo a reinstauração do mandato de Mursi. Tanto eles quanto os adversários laicos da Irmandade convocaram grandes manifestações para esta segunda-feira. Na última semana, os atos públicos no Cairo tenderam a ser pacíficos, depois da morte de 92 pessoas nos dias imediatamente subsequentes à derrubada de Mursi.
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