Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Irmã adotiva diz que atirador era estranho, reservado e sem amigos

Estranho, reservado e sem amigos. Assim era Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, responsável por um ataque que deixou dezendas crianças mortas em uma escola municipal de Realengo, na Zona Oeste, de acordo com sua irmã adotiva, Rosilane Menezes. Ela contou que Wellington não gozava de boa saúde mental.

Quinta, 07 de Abril de 2011 às 08:19, por: CdB
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Estranho, reservado e sem amigos. Assim era Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, responsável por um ataque que deixou  onze crianças mortas e 17 feridas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste, de acordo com sua irmã adotiva, Rosilane Menezes. Ela contou que Wellington não gozava de boa saúde mental e há oito meses havia se mudado da casa dela, em Realengo, para Sepetiba, também na Zona Oeste. – Ele estava muito focado em coisas relacionadas ao islamismo e tinha deixado a barba crescer muito. Ele era estranho, ficava na internet o dia inteiro lendo temas relacionados e era muito estranho, muito reservado –, disse a irmã adotiva de Wellington à Rádio Band News. O atirador morreu na escadaria da escola, entre o primeiro e segundo andares. Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. O subprefeito da zona oeste do Rio de Janeiro, Edmar Teixeira, confirmou que Wellington deixou uma carta com as alegações para cometer o crime. Segundo ele, na carta, com teor religioso, Wellington dizia ser portador do vírus HIV. Depois de deixar a carta, na própria escola, o criminoso se matou, com uma das armas que utilizou para disparar contra as crianças.
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