Rio de Janeiro, 16 de Fevereiro de 2026

Iraque pede cooperação de vizinhos

O governo iraquiano pediu neste domingo que seus vizinhos ajudem o país a ter fronteiras mais seguras e previnam a entrada de insurgentes. O pedido foi feito em uma conferência internacional sobre segurança que está sendo realizada em Bagdá e que conta com a participação da Síria, do Irã e também dos Estados Unidos e de representantes do Conselho de Segurança da ONU. (Leia Mais)

Domingo, 09 de Setembro de 2007 às 11:28, por: CdB
O governo iraquiano pediu neste domingo que seus vizinhos ajudem o país a ter fronteiras mais seguras e previnam a entrada de insurgentes. O pedido foi feito em uma conferência internacional sobre segurança que está sendo realizada em Bagdá e que conta com a participação da Síria, do Irã e também dos Estados Unidos e de representantes do Conselho de Segurança da ONU.

O ministro do Exterior iraquiano, Hoshyar Zebari, alertou que a violência pode se espalhar pela região se o trânsito de extremistas não for interrompido.

O encontro também irá abordar a crise no setor de energia no Iraque e as dificuldades enfrentadas por aqueles afetados pela violência.

Oportunidade

A conferência deste domingo se segue a uma outra realizada há seis meses em Bagdá e também conta com a participação de representantes da Liga Árabe e do G8, o grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia.

O encontro oferece à Síria, ao Irã e aos Estados Unidos a oportunidade de se encontrar informalmente para discutir a situação no Iraque.

Em maio, um outro encontro foi realizado no Egito, culminando com a elaboração de um plano de cinco anos - apoiado pela ONU - para consolidar a paz e a reconstrução do país.

O ministro do Exterior iraquiano, Hoshiyar Zebari, diz que essas conferências são essenciais para reduzir a tensão na região.

O Irã tem sido repetidamente acusado pelos militares americanos de contribuir para a violência no Iraque ao financiar, treinar e armar militantes iraquianos.

Os Estados Unidos também acusam o Irã e a Síria de não fazer o suficiente para impedir que insurgentes estrangeiros cruzem a fronteira e entrem no Iraque.

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