O ministro das Relações Exterioes, Celso Amorim, garantiu nesta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, concordam na busca por uma solução pacífica para a questão do Iraque, e na necessidade de obedecer às exigências feitas pelo Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas para o desarmamento dos iraquianos. "Evidentemente todos preferem uma solução pacífica, todos preferem uma solução multilateral e uma solução que assegure o desarmamento do Iraque. Nisso, eu acredito que há um apoio quase que absoluto", disse o chanceler brasileiro. O presidente conversou por telefone por cerca de 30 minutos com o premier britânico. A iniciativa foi uma iniciativa do presidente Lula, que vem conversando com outros líderes mundiais sobre a necessidade de se encontrar uma alternativa para evitar a guerra contra o Iraque. Anteontem, o primeiro-ministro alemão, Gerard Schröeder, telefonou ao presidente brasileiro para discutir a questão, e na semana passada o tema foi abordado em conversa com o presidente francês, Jacques Chirac. Na conversa com o alemão, Amorim garantiu que não se falou na possibilidade do governo brasileiro assinar documentos, mas Lula relembrou a declaração dada em janeiro deste ano em favor do reforço de mais tempo aos inspetores da ONU que trabalham no Iraque. A Grã-Bretanha é a maior aliada dos Estados Unidos na discussão sobre o desarmamento do ditador Saddam Hussein.
Iraque: Governo brasileiro diz que Blair prefere solução pacífica
Ministro das Relações Exterioes, Celso Amorim garantiu nesta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, concordam na busca por uma solução pacífica para a questão do Iraque, e na necessidade de obedecer às exigências feitas pelo Conselho de Segurança das Organização das Nações Unidas para o desarmamento dos iraquianos. "Evidentemente todos preferem uma solução pacífica, todos preferem uma solução multilateral e uma solução que assegure o desarmamento do Iraque. Nisso, eu acredito que há um apoio quase que absoluto", disse o chanceler brasileiro. (Leia Mais)
Quarta, 05 de Março de 2003 às 15:03, por: CdB