Acusada de matar um chefe de polícia no sul do Irã, Afsaneh Noroozi, de 32 anos, que está presa desde 1997, foi condenada à morte. A mulher alega ter matado o policial em legítima defesa, no momento em que ele tentava estuprá-la.
O policial, cujo nome não foi divulgado, era um amigo da família de Afsaneh, e ela estava passando alguns dias na sua casa, na ilha de Kish, quando ocorreu a tentativa de estupro e a morte.
Grupos de direitos humanos e de defesa das mulheres protestaram contra a sentença. Sua única chance de escapar da morte é obter clemência do líder religioso máximo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Iraniana mata policial em legítima defesa e é condenada à morte
Domingo, 05 de Outubro de 2003 às 18:54, por: CdB