Rio de Janeiro, 07 de Outubro de 2026

Ipem começa operação Carnaval com Camisinha

O Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem-RJ ) já colocou seu bloco na rua. Começou nesta quarta-feira, a operação Carnaval com Camisinha, que tem o objetivo de verificar se os preservativos colocados à venda estão dentro das normas exigidas por lei.(Leia Mais)

Quarta, 04 de Fevereiro de 2009 às 08:32, por: CdB

O Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem-RJ ) já colocou seu bloco na rua. Começou nesta quarta-feira, a operação Carnaval com Camisinha, que tem o objetivo de verificar se os preservativos colocados à venda estão dentro das normas exigidas por lei.

Fiscais da Superintendência de Qualidade do Instituto irão percorrer drogarias, supermercados, sex-shops, hotéis e motéis das Zonas Norte, Sul e Oeste, centro do Rio e Baixada Fluminense, além de Niterói e São Gonçalo.

De acordo com Soraya Santos, presidente do órgão, é preciso que o consumidor,
principalmente os mais jovens, fiquem atentos na hora da compra do preservativo e verifiquem se ele possui o selo do Inmetro. 

– Caso esta marca não esteja impressa, o consumidor deve entrar em contato com o Instituto, através do 0800.282.3040, comunicando o endereço do estabelecimento. Em seguida, encaminharemos uma equipe para apurar a denúncia – garantiu a presidente do Ipem.

Soraya Santos disse ainda que o consumidor tem que observar na hora da compra o prazo de validade do produto, sua origem e o nome do fabricante ou importador. Além disso, todas as informações contidas na embalagem devem estar em local visível e em língua portuguesa. 

– No ano passado, foram fiscalizados 457.830 preservativos, sendo que nenhum apresentou irregularidade. Isso prova que o trabalho de fiscalização realizado ao longo do ano e a conscientização dos fabricantes foram fundamentais para este resultado – afirmou Soraya.

Os produtos que não estiverem dentro das determinações exigidas por lei serão apreendidos e os responsáveis, autuados. Eles terão um prazo de 15 dias para apresentar a documentação de origem do produto e a nota de compra. Caso contrário, estarão sujeitos a multa que pode variar de R$ 200 a R$ 10 mil.

Tags:
Edições digital e impressa