O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo terminou setembro com avanço de 0,21%, depois de fechar agosto com alta de 0,34%, pressionado pela alta dos preços de Alimentação.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo terminou setembro com avanço de 0,21%, depois de fechar agosto com alta de 0,34%, pressionado pela alta dos preços de Alimentação.
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPC da Fipe indica alta de 5,49%
O resultado ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,11%. Na terceira quadrissemana de setembro, o índice teve alta de 0,11%.
De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quinta-feira, o maior peso em setembro foi exercido pelo grupo Alimentação, de 0,1641 ponto percentual, com alta de 0,72% após deflação de 0,43% em agosto. Em transportes, a taxa passou de 0,11% para 0,13%; em despesas pessoais, de 0,25% para 0,29%; em saúde, de 0,34% para 0,47%; em vestuário, de -0,22% para 0,22% e, em educação, de 0,01% para 0,10%.
Por outro lado, os preços de Habitação recuaram 0,22% em setembro, com peso de -0,0666 no índice do mês.
A divulgação do IPC-Fipe referente à primeira quadrissemana de outubro será em 9 de outubro.
Com a inflação oficial rondando há meses o teto da meta do governo, o Banco Central reduziu ligeiramente sua projeção para o IPCA este ano para uma alta de 6,3% pelo cenário de referência, ante 6,4%.
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPC da Fipe indica alta de 5,49% e desde janeiro deste ano, 3,57%. Em um ano, a maior taxa foi registrada em despesas pessoais (9,18%), seguida por educação (8,54%); saúde (6,88%); alimentação (6,61%); habitação (4,3%)transportes (3,33%) e vestuário (2,74%).
O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.
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