A Al Qaeda tem mais de 18 mil militantes prontos para agir e a ocupação norte-americana no Iraque acelerou o recrutamento para a rede, afirmou nesta terça-feira um grupo de Londres.
As finanças da rede vão bem, seus "intermediários" treinam militantes islâmicos em todo o mundo e o poder de Bin Laden está forte como nunca, disse o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS).
O grupo alertou em sua Pesquisa Estratégica anual que a Al Qaeda continuará a tentar desenvolver planos para ataques na América do Norte e na Europa e que a rede gostaria de usar armas de destruição em massa.
"Enquanto isso, alvos mais fáceis incluindo americanos, europeus e israelenses, e a ajuda à insurgência no Iraque, servem", disse o instituto.
O IISS afirmou que a Al Qaeda havia perdido sua base após a derrubada no final de 2001 do regime do Taliban, no Afeganistão, mas, desde então adaptou-se para ficar mais descentralizada, "virtual" e invisível em mais de 60 países.