Rio de Janeiro, 05 de Setembro de 2026

Inflação segue em baixa mas variação ainda é positiva

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) subiu 0,14% na primeira prévia de julho, contra alta de 2,21% em igual período de junho, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

Sexta, 09 de Julho de 2010 às 12:32, por: CdB

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) subiu 0,14% na primeira prévia de julho, contra alta de 2,21% em igual período de junho, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. Analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters previam um avanço de 0,38%, de acordo com a mediana de 10 projeções que variaram de 0,13 a 0,58%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou 0,19% na segunda leitura de julho, contra 3,14% na de junho. O preço do minério de ferro, que apresentou variação positiva de 75,25% em junho, agora recuou 0,63%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,89% na segunda prévia de julho, abaixo da alta de 2,18% na segunda de junho. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu em 0,31% na segunda leitura deste mês, após a queda de 0,26% na segunda prévia de junho. Os preços do grupo Alimentação recuaram 1,16%, contra queda anterior de 1,52%. IPC-S Das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apenas Salvador apresentou desaceleração em sua taxa de variação do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na primeira prévia de julho, contra a leitura imediatamente anterior de junho. A capital da Bahia caiu de 0,26% na semana anterior para 0,10% na quadrissemana encerrada em 7 de julho, conforme dados também divulgados nesta sexta-feira. A cidade de Belo Horizonte registrou aceleração do IPC-S  e variou de 0,15% para 0,21% de uma semana para a outra. Brasília variou de 0,24% para 0,26% entre a prévia passada e a divulgada hoje. Porto Alegre variou de -0,19% para -0,07%, o Rio de Janeiro de -0,09% para -0,03% e São Paulo de -0,48% para -0,24%. O IPC-S da primeira semana de julho apresentou deflação de 0,08%, mas teve leve aceleração, de 0,13 ponto percentual, em relação à ultima apuração, após três semanas de queda consecutiva. A taxa foi divulgada ontem (8) pela FGV. Os grupos que mais contribuíram para a elevação foram alimentação, transportes, e saúde e cuidados pessoais.

Tags:
Edições digital e impressa