A inflação da zona do euro manteve-se dentro da meta do Banco Central Europeu (BCE) em novembro, sinalizando não haver pressão para aumento de juro. A agência de estatísticas local informou nesta terça-feira que os preços ao consumidor subiram 1,9% em novembro sobre igual mês de 2009, a mesma leitura de outubro e em linha com a previsão de analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters. O BC tem como meta manter a inflação perto mas abaixo de 2% no médio prazo.
Com a inflação sob controle e a recuperação econômica ainda frágil, analistas esperam que o BCE mantenha a taxa básica de juros na mínima recorde de 1% ao longo de 2011. Em outro relatório, a Eurostat informou que o desemprego na zona do euro subiu para 10,1% em outubro, comparado a 10% em setembro. Foi a maior leitura desde julho de 1998. O número de desempregados aumentou em 80 mil, para 15,95 milhões. Nos 27 países da União Europeia, houve acréscimo de 84 mil desempregados, para um total de 23,15 milhões de pessoas sem emprego.
O aumento do desemprego deveu-se principalmente à Itália, terceira maior economia da zona do euro, onde a taxa de desemprego passou de 8,3 para 8,6%. A França, segunda maior economia, viu a taxa cair de 9,9 para 9,8%. Na Espanha, onde o número de vagas foi afetado pela crise econômica recente, o desemprego se manteve em 20,7%. O desemprego também ficou estável na Alemanha, em 6,7%. A forte expansão econômica alemã é um combustível ao crescimento da zona do euro, que é prejudicado por dificuldades em países frágeis como Grécia e Irlanda.
A Comissão Europeia previu, na segunda-feira, que a economia do bloco monetário crescerá 1,7% neste ano, desacelerando para 1,5% em 2011.
Confiança em baixa
A confiança do consumidor da Grã-Bretanha, que baliza parte dos índices de confiança dos europeus na economia, diminuiu mais do que o esperado em novembro, com as pessoas mostrando a maior taxa em quase dois anos de pessimismo sobre as finanças pessoais. O índice GfK/NOP caiu para menos 21 em novembro, comparado a menos 19 em outubro e à expectativa do mercado de menos 20. O desempenho marcou a menor leitura desde julho.
O componente de expectativas sobre as finanças pessoais no ano à frente declinou para menos 7, ante menos 2 em outubro, alcançando a menor leitura desde fevereiro de 2009, quando o país ainda estava em recessão em meio à crise global.
Inflação se mantém controlada na zona do euro apesar da crise
A inflação da zona do euro manteve-se dentro da meta do Banco Central Europeu (BCE) em novembro, sinalizando não haver pressão para aumento de juro. A agência de estatísticas local informou nesta terça-feira que os preços ao consumidor subiram 1,9% em novembro sobre igual mês de 2009, a mesma leitura de outubro e em linha com a previsão de analistas consultados.
Terça, 30 de Novembro de 2010 às 13:00, por: CdB
A inflação da zona do euro manteve-se dentro da meta do Banco Central Europeu (BCE) em novembro, sinalizando não haver pressão para aumento de juro. A agência de estatísticas local informou nesta terça-feira que os preços ao consumidor subiram 1,9% em novembro sobre igual mês de 2009, a mesma leitura de outubro e em linha com a previsão de analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters. O BC tem como meta manter a inflação perto mas abaixo de 2% no médio prazo.
Com a inflação sob controle e a recuperação econômica ainda frágil, analistas esperam que o BCE mantenha a taxa básica de juros na mínima recorde de 1% ao longo de 2011. Em outro relatório, a Eurostat informou que o desemprego na zona do euro subiu para 10,1% em outubro, comparado a 10% em setembro. Foi a maior leitura desde julho de 1998. O número de desempregados aumentou em 80 mil, para 15,95 milhões. Nos 27 países da União Europeia, houve acréscimo de 84 mil desempregados, para um total de 23,15 milhões de pessoas sem emprego.
O aumento do desemprego deveu-se principalmente à Itália, terceira maior economia da zona do euro, onde a taxa de desemprego passou de 8,3 para 8,6%. A França, segunda maior economia, viu a taxa cair de 9,9 para 9,8%. Na Espanha, onde o número de vagas foi afetado pela crise econômica recente, o desemprego se manteve em 20,7%. O desemprego também ficou estável na Alemanha, em 6,7%. A forte expansão econômica alemã é um combustível ao crescimento da zona do euro, que é prejudicado por dificuldades em países frágeis como Grécia e Irlanda.
A Comissão Europeia previu, na segunda-feira, que a economia do bloco monetário crescerá 1,7% neste ano, desacelerando para 1,5% em 2011.
Confiança em baixa
A confiança do consumidor da Grã-Bretanha, que baliza parte dos índices de confiança dos europeus na economia, diminuiu mais do que o esperado em novembro, com as pessoas mostrando a maior taxa em quase dois anos de pessimismo sobre as finanças pessoais. O índice GfK/NOP caiu para menos 21 em novembro, comparado a menos 19 em outubro e à expectativa do mercado de menos 20. O desempenho marcou a menor leitura desde julho.
O componente de expectativas sobre as finanças pessoais no ano à frente declinou para menos 7, ante menos 2 em outubro, alcançando a menor leitura desde fevereiro de 2009, quando o país ainda estava em recessão em meio à crise global.