Rio de Janeiro, 21 de Abril de 2026

Indústria cresce em 12 das 14 regiões pesquisadas

Quarta, 15 de Março de 2006 às 08:04, por: CdB

A produção industrial brasileira cresceu em 12 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em janeiro ante igual mês de 2005. O IBGE informou nesta quarta-feira que as principais taxas positivas foram registradas por Pará (10,7%), Espírito Santo (10,1%), Ceará (9,9%), Bahia (6,6%) e Rio de Janeiro (5,8%).

Em São Paulo, a alta foi 1,7%. Apenas Rio Grande do Sul e Paraná tiveram queda, de respectivamente 2,0% e 5,3%.

Na semana passada, o IBGE informou que a produção industrial caiu 1,3% em janeiro sobre dezembro e cresceu 3,2% frente a janeiro de 2005. Nesta manhã, o instituto detalhou os números.

Em crescimento

Em 2005, a indústria fechou o ano com crescimento em 12 das 14 regiões abrangidas pela Pesquisa Industrial Mensal Regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com 2004, o crescimento foi de 3,1%, conforme o IBGE informou no início da semana. Os dados divulgados mostraram que, na comparação com o ano de 2004, o maior crescimento foi no Amazonas (12,1%), com o forte desempenho das indústrias de material eletrônico e equipamentos de comunicações (23,9%).

Em seguida aparecem Minas Gerais (6,3%), Bahia (4,1%), São Paulo e Pará (ambos com 3,8%), Goiás (3,1%), Pernambuco (3,0%), região Nordeste (2,4%), Rio de Janeiro (2,0%), Espírito Santo (1,4%), Paraná (0,8%) e Santa Catarina (0,1%). Os resultados negativos foram registrados no Ceará (-1,6%) e no Rio Grande do Sul (-3,5%), onde as indústrias de calçados e artigos de couro tiveram forte retração (-8,4% no Ceará e -5,2% no Rio Grande do Sul).

Qunado se compara de dezembro de 2005 com dezembro de 2004, o crescimento da produção cai para oito dos 14 locais pesquisados. Nessas bases, a maior expansão ocorreu na Bahia (10%) e a principal contribuição foi da indústria de celulose e papel (113,4%). A seguir vêm Pernambuco (8,8%), Minas Gerais (5,7%), Pará (4,0%), São Paulo (3,8%), região Nordeste (3,7%), Rio de Janeiro (3,5%) e Goiás (3,1%). As taxas negativas foram registradas no Rio Grande do Sul (-0,3%), Paraná (-1,6%), Espírito Santo (-3,0%), Santa Catarina (-3,7%), Amazonas (-4,4%) e Ceará (-6,6%).

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