Uma corte indonésia sentenciou à morte nesta quarta-feira um segundo militante islâmico acusado de ajudar a tramar e conduzir um ataque com carro-bomba contra a embaixada australiana em Jacarta, no ano passado.
O tribunal considerou Ahmad Hasan culpado por ajudar a construir uma bomba de uma tonelada junto com o fugitivo malaio Azahari bin Husin, um importante militante ligado à rede Al Qaeda e suposto mentor do ataque, que matou 10 indonésios.
A mesma corte condenou à morte na terça-feira um militante chamado Rois - também conhecido como Iwan Dharmawan - acusado de envolvimento no ataque.
- Essa é uma corte do mal. É tudo mentira e houve interferência aqui - defendeu-se Hasan, de 34 anos.
O tribunal condenou outros três homens, com penas de até sete anos, pela explosão do carro-bomba.