Cerca de 415 índios mantêm funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) reféns, nesta terça-feira, no Mato Grosso do Sul. Eles reclamam das condições de saúde da aldeia.
Segundo a assessoria de imprensa da Funasa, os funcionários foram retirados do Posto de Saúde de Citrolândia, na região de Campo Grande, e levados para a aldeia Muriti, a 30 km da cidade.
A Funasa não soube precisar quantos funcionários são mantidos reféns.