Após prestar depoimento por três horas na Superintendência da Polícia Federal, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Allan Turnowski, foi indiciado na noite desta quinta-feira por violação de sigilo funcional. Turnowski deixou o cargo de chefe de Polícia Civil na última terça-feira.
Turnowski afirmou que nada foi provado contra ele.
— Fui massacrado como se fosse o pior vilão da Polícia Civil. Hoje, provei a minha inocência. Fui acusado por todo mundo de ter recebido R$ 500 mil mensais e de ter recebido dinheiro da pirataria. Nada foi provado — afirmou Turnowski. — Segundo o delegado (Dias), eu teria sabido dessa informação através do secretário de Segurança. Eu liguei para ele no meio do depoimento e perguntei se ele falou comigo. A resposta foi “claro que não”.
Turnowski foi flagrado em um grampo telefônico alertando o inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre a investigação Guilhotina, da Polícia Federal. O policial foi preso na última sexta-feira, por suspeita de integrar uma milícia em Ramos.
O ex-chefe negou que sabia da operação. Ele também disse que o telefonema foi para confirmar se o inspetor ia conduzir um preso à delegacia.
Indiciado, Allan Turnowski diz que não há provas contra ele
Após prestar depoimento por três horas na Superintendência da Polícia Federal, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Allan Turnowski, foi indiciado na noite desta quinta-feira por violação de sigilo funcional. Turnowski afirmou que nada foi provado contra ele.
Sexta, 18 de Fevereiro de 2011 às 08:37, por: CdB
Após prestar depoimento por três horas na Superintendência da Polícia Federal, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Allan Turnowski, foi indiciado na noite desta quinta-feira por violação de sigilo funcional. Turnowski deixou o cargo de chefe de Polícia Civil na última terça-feira.
Turnowski afirmou que nada foi provado contra ele.
— Fui massacrado como se fosse o pior vilão da Polícia Civil. Hoje, provei a minha inocência. Fui acusado por todo mundo de ter recebido R$ 500 mil mensais e de ter recebido dinheiro da pirataria. Nada foi provado — afirmou Turnowski. — Segundo o delegado (Dias), eu teria sabido dessa informação através do secretário de Segurança. Eu liguei para ele no meio do depoimento e perguntei se ele falou comigo. A resposta foi “claro que não”.
Turnowski foi flagrado em um grampo telefônico alertando o inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre a investigação Guilhotina, da Polícia Federal. O policial foi preso na última sexta-feira, por suspeita de integrar uma milícia em Ramos.
O ex-chefe negou que sabia da operação. Ele também disse que o telefonema foi para confirmar se o inspetor ia conduzir um preso à delegacia.