Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Índice do Consumidor registra queda de 2,2% em outubro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,2% em outubro na comparação com o mês anterior. O indicador, que se mantém abaixo do patamar médio histórico há oito meses, recuou depois de duas altas: 4,4% em agosto e 1% em setembro.

Quarta, 23 de Outubro de 2013 às 11:14, por: CdB
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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,2%
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,2% em outubro na comparação com o mês anterior. O indicador, que se mantém abaixo do patamar médio histórico há oito meses, recuou depois de duas altas: 4,4% em agosto e 1% em setembro. A queda foi provocada por confiança menor em relação ao momento presente e ao futuro. O Índice de Expectativas, que avalia o otimismo em relação aos próximos meses, recuou 3%, influenciado por pioras em quesitos como finanças pessoais, que teve queda de 2,3%. Segundo a FGV, a parcela de consumidores que projetam melhora da situação financeira familiar caiu de 39,8% em setembro para 37,2% em outubro, enquanto os que preveem piora aumentaram de 3,8% para 4,3%. O Índice da Situação Atual, que avalia a satisfação do consumidor em relação ao momento presente, caiu 0,6%, puxado por quesitos como satisfação com a economia local, que caiu 2,6%. A proporção de consumidores que avaliam a situação atual da economia como boa recuou de 17,3% em setembro para 16,2% em outubro. Já a parcela dos que a consideram ruim subiu de 34,1% para 35,2%. Tomate pressiona inflação O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu de 0,45% para 0,49% entre a segunda e a terceira prévia deste mês de outubro, puxado, principalmente,  pelos alimentos, com destaque para o tomate que ficou em média 15,82% mais caro, ante 7,91% na segunda prévia, e o pão francês com alta de 2,55%, ante 2,22%. O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que dos oito grupos pesquisados o de alimentos foi o que apresentou a maior alta (0,79% ante 0,63%). O índice foi pressionado também por refeições em bares e restaurantes, com avanço de 0,62% ante 0,58% e por aluguel residencial (de 0,73% para 0,77%). Além dos alimentos, também registraram acréscimos nos grupos: educação, leitura e recreação (de 0,32% para 0,49%); habitação (de 0,54% para 0,57%) e despesas diversas (de 0,07% para 0,14%). Em sentido oposto, diminuiu a intensidade dos aumentos nos seguintes grupos: transportes (de 0,06% para 0,02%); saúde e cuidados pessoais (de 0,47% para 0,43%) e vestuário (de 0,91% para 0,75%).
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