O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que serve de base para o cálculo de reajuste dos aluguéis de imóveis subiu 1,20%, na segunda prévia de novembro. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,89%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,55%, no segundo decêndio de novembro. No mesmo período do mês anterior, a variação foi de 1,16%. A taxa de variação dos Bens Finais recuou de 1,61% para 1,22%. A maior contribuição para esta desaceleração teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 10,46% para -2,16%. A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,07%, em outubro, para 0,55%, em novembro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -0,03% para 0,58%. O índice referente a Matérias-Primas Brutas teve sua taxa de variação elevada de 2,13% para 3,32%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (3,59% para 8,84%), bovinos (3,74% para 9,44%) e algodão (em caroço) (0,43% para 8,69%). Em sentido oposto, destacam-se: minério de ferro (-3,68% para -6,86%), aves (5,46% para 0,42%) e milho (em grão) (11,91% para 7,75%). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,59%, no segundo decêndio de novembro, ante 0,47%, no mesmo período do mês anterior. Quatro das sete classes de despesa componentes do índice registraram acréscimos em suas taxas de variação: Transportes (-0,06% para 0,75%), Alimentação (0,93% para 1,26%), Vestuário (0,91% para 0,96%) e Despesas Diversas (0,20% para 0,24%). Nestes grupos, vale mencionar o comportamento dos preços dos itens: gasolina (-0,63% para 1,66%), carnes bovinas (3,56% para 6,28%), roupas (0,97% para 1,04%) e cerveja (1,29% para 2,09%), respectivamente. Em sentido oposto, apresentaram decréscimos em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,09%), Educação, Leitura e Recreação (0,20% para 0,08%) e Habitação (0,32% para 0,22%). Os itens que mais influenciaram a desaceleração destas classes de despesa foram: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,67% para -0,58%), salas de espetáculo (2,71% para 1,22%) e taxa de água e esgoto residencial (1,33% para 0,00%), respectivamente. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de novembro, taxa de 0,29%. No segundo decêndio de outubro, a taxa foi de 0,15%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,10%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,49%, no segundo decêndio de novembro. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice não variou.
Índice de reajuste de aluguéis tem novo aumento
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que serve de base para o cálculo de reajuste dos aluguéis de imóveis subiu 1,20%, na segunda prévia de novembro. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,89%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Sexta, 19 de Novembro de 2010 às 09:54, por: CdB