Rio de Janeiro, 29 de Agosto de 2026

Índice de Confiança do Comércio tem queda de 2,3% em outubro

O indicador chegou a 80,6 pontos, atingindo, pela sexta vez consecutiva, o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2010.

Sexta, 30 de Outubro de 2015 às 08:49, por: CdB

Por Redação, com ABr e Reuters - de Brasília: O Índice de Confiança do Comércio (Icom), da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve um recuo de 2,3% em outubro. O indicador chegou a 80,6 pontos, atingindo, pela sexta vez consecutiva, o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2010.

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Os empresários do comércio estão mais pessimistas em relação ao futuro
Os empresários do comércio estão mais pessimistas em relação ao futuro, já que o Índice de Expectativas do Icom, que avalia a opinião em relação aos próximos meses, caiu 3,7%. O maior motivo para a queda é a menor confiança na evolução das vendas nos próximos três meses. "O comércio entra no quarto trimestre do ano ainda bastante insatisfeito com os níveis de demanda e prevendo vendas fracas ao final do ano", afirmou o superintendente adjunto para ciclos econômicos da FGV/Ibre, Aloisio Campelo Jr., em comunicado. O Índice da Situação Atual do Icom, que mostra o grau de satisfação com o momento presente, aumentou 0,8% em outubro, depois de recuos de 12,2% em agosto e 10,3% em setembro. De acordo com a FGV, o comércio entra no quarto trimestre do ano insatisfeito com os níveis de demanda atual e prevendo vendas fracas ao final do ano. O comércio é atualmente o mais pessimista entre os quatro grandes setores monitorados mensalmente pelas sondagens da FGV (comércio, indústria, serviços e construção civil). Ligeira alta em abril A Sondagem do Comércio de abril, divulgada no dia 28 de abril pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), revelou avanço de 0,4% do Índice de Confiança do Comércio (Icom) em relação a março, após cinco meses consecutivos de queda. Com o resultado de abril, o Icom subiu de 92 pontos para 92,4 pontos. Os dados foram coletados entre os dias 1º e 23 deste mês, com 1.206 empresas. De acordo com o superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo Jr., a pesquisa retrata um movimento de acomodação.

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