Rio de Janeiro, 17 de Setembro de 2026

Inadimplência no Brasil registra queda de 5% em outubro

Os spreads bancários e as taxas de juros mantiveram trajetória de alta em outubro no Brasil, num contexto de elevação da Selic para combater à inflação, ao mesmo tempo em que a inadimplência mostrou leve arrefecimento, informou o Banco Central nesta quinta-feira.

Quinta, 28 de Novembro de 2013 às 10:20, por: CdB
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A inadimplência geral no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres ficou em 5%
Os spreads bancários e as taxas de juros mantiveram trajetória de alta em outubro no Brasil, num contexto de elevação da Selic para combater à inflação, ao mesmo tempo em que a inadimplência mostrou leve arrefecimento, informou o Banco Central nesta quinta-feira. A inadimplência geral no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres ficou em 5%  em outubro, abaixo da taxa de setembro, quando registrou 5,1%. Considerando os recursos totais, abrangendo também o crédito direcionado, a inadimplência ficou em 3,2%  inferior aos 3,3%  de setembro. Em outubro, o spread bancário diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa efetivamente cobrada aos clientes foi de 18,4 pontos percentuais no segmento de recursos livres, acima dos 17,8 pontos vistos em setembro. No crédito total, o spread subiu para 11,6%, frente a 11,2 %  no mês anterior. O BC informou ainda que a taxa média de juros no segmento de recursos livres fechou outubro em 29,0 %, 0,6 ponto superior à vista no mês anterior. No crédito total, os juros ficaram em 19,8 %  em no mês passado, também maior que os 19,4%  apurado em setembro. No período, o estoque total de crédito no Brasil subiu 0,5%, chegando a R$ 2,610 trilhões no mês passado, ou 55,4%  do Produto Interno Bruto (PIB). Os indicadores de crédito continuam influenciados pela alta dos juros básicos para controlar a inflação. Em mais uma etapa desse aperto, na noite passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a Selic em 0,5 ponto percentual, para 10%  ao ano, alterando o comunicado, deixando em aberto sinalizações sobre as próximas decisões de política monetária.  
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