Rio de Janeiro, 15 de Setembro de 2026

Inadimplência no Brasil registra queda de 4,8% em novembro

A inadimplência e o spread bancário mostraram queda em novembro em relação a outubro, enquanto a taxa de juros subiu no período refletindo a continuidade do aperto monetário para o controle da inflação, informou o Banco Central nesta quinta-feira.

Quinta, 19 de Dezembro de 2013 às 11:43, por: CdB
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A inadimplência e o spread bancário mostraram queda em novembro em relação a outubro
A inadimplência e o spread bancário mostraram queda em novembro em relação a outubro, enquanto a taxa de juros subiu no período refletindo a continuidade do aperto monetário para o controle da inflação, informou o Banco Central nesta quinta-feira. A inadimplência no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres ficou em 4,8% em novembro, menor em relação a outubro, quando foi de 5%, e mais baixo patamar desde março de 2011, quando havia ficado em 4,65%. Considerando os recursos totais no mercado de crédito brasileiro, incluindo também os recursos direcionados, a inadimplência diminuiu em novembro, a 3,1%, ante 3,2%  em outubro, atingindo o menor nível. O BC informou ainda que o estoque total de crédito no Brasil subiu 1,5%  em novembro ante outubro, chegando a R$ 2,647 trilhões, ou 55,6%  do Produto Interno Bruto (PIB). Em novembro, o spread bancário com recursos livres foi de 18,1 pontos percentuais também neste segmento, abaixo dos 18,4 pontos percentuais vistos em outubro. No crédito total, o spread ficou em 11,5 pontos percentuais, abaixo dos 11,6 pontos percentuais verificado em outubro. A taxa média de juros no segmento de recursos livres fechou novembro em 29,3%, superior aos 29% em outubro. No crédito total, os juros ficaram em 20%  em no mês passado, maior que os 19,8%  apurado no mês anterior. As concessões de crédito no segmento de recursos livres apresentaram recuo de 3,3%  em novembro na comparação mensal. Os indicadores de crédito seguem influenciados pela alta dos juros básicos, iniciada pela autoridade monetária em abril para controlar a alta da inflação. Em mais uma etapa desse aperto, o Comitê de Política Monetária (Copom) em novembro elevou em 0,50 ponto percentual a taxa Selic, para 10%  ao ano, com os juros básicos retornando a dois dígitos após dois anos.
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