Uma das armas apresentadas por Guido Mantega, ministro da Fazenda, em recente entrevista é o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro, segundo fonte ligada aos exportadores nacionais. A medida, porém, deverá ocorrer somente após as eleições deste domingo. A medida visa frear a queda vertiginosa que a moeda norte-americana vem experimentando nas últimas semanas, principalmente após o processo de capitalização da Petrobras, o maior do mundo já realizado até hoje.
Atualmente, o IOF está no patamar de 2% sobre os investimentos em capital estrangeiro que entram no país, inalterada desde outubro do ano passado. Esse patamar, no entanto, tende a dobrar, indo a 4% já na próxima semana. Segundo o ministro, o país encontra-se em meio a uma verdadeira "guerra cambial", para a qual "o Brasil está preparado", afirmou.
O ministério da Fazenda vem realizando, diariamente, uma série de compras volumosas da moeda norte-americana e, semana passada, autorizou o uso de recursos do Fundo Soberano para a compra de dólar, embora a medida não tenha sido suficiente para conter a valorização do real.
Imposto sobre Operações Financeiras tende a subir já na semana que vem
Uma das armas apresentadas por Guido Mantega, ministro da Fazenda, em recente entrevista é o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro, segundo fonte ligada aos exportadores nacionais.
Quarta, 29 de Setembro de 2010 às 12:28, por: CdB
Uma das armas apresentadas por Guido Mantega, ministro da Fazenda, em recente entrevista é o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro, segundo fonte ligada aos exportadores nacionais. A medida, porém, deverá ocorrer somente após as eleições deste domingo. A medida visa frear a queda vertiginosa que a moeda norte-americana vem experimentando nas últimas semanas, principalmente após o processo de capitalização da Petrobras, o maior do mundo já realizado até hoje.
Atualmente, o IOF está no patamar de 2% sobre os investimentos em capital estrangeiro que entram no país, inalterada desde outubro do ano passado. Esse patamar, no entanto, tende a dobrar, indo a 4% já na próxima semana. Segundo o ministro, o país encontra-se em meio a uma verdadeira "guerra cambial", para a qual "o Brasil está preparado", afirmou.
O ministério da Fazenda vem realizando, diariamente, uma série de compras volumosas da moeda norte-americana e, semana passada, autorizou o uso de recursos do Fundo Soberano para a compra de dólar, embora a medida não tenha sido suficiente para conter a valorização do real.