Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Importados se fortalecem nos EUA com aumento no preço do petróleo

Os preços de importados nos Estados Unidos subiram pelo segundo mês consecutivo em setembro, na medida em que o custo do petróleo aumentou, mas não há sinal de fortalecimento de pressões inflacionárias. Os preços de importados subiram 0,2% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Em agosto, houve alta de 0,2% em agosto, revisado ante o dado original de que os preços ficaram inalterados.

Quarta, 23 de Outubro de 2013 às 11:56, por: CdB
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Os preços de importados nos Estados Unidos subiram pelo segundo mês consecutivo em setembro
Os preços de importados nos Estados Unidos subiram pelo segundo mês consecutivo em setembro, na medida em que o custo do petróleo aumentou, mas não há sinal de fortalecimento de pressões inflacionárias. Os preços de importados subiram 0,2% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Em agosto, houve alta de 0,2% em agosto, revisado ante o dado original de que os preços ficaram inalterados. Economistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters esperavam que os preços aumentassem 0,2% em setembro. Nos 12 meses até setembro, os importados caíram 1%. Excluindo petróleo, os preços ficaram estáveis ante agosto. Na comparação com setembro do ano passado, houve recuo de 1%, a maior queda desde novembro de 2009. Em dificuldades A situação econômica norte-americana também levou a francesa PSA Peugeot Citroën reduzir sua aliança com a General Motors. Em dificuldades também na França, a montadora anunciou uma queda de 3,7% na receita trimestral. Os planos de um programa conjunto para carros pequenos com a GM estão "sob revisão", disse a Peugeot nesta quarta-feira conforme a empresa continua a perder espaço para rivais na Europa. "Como resultado, as sinergias anunciadas (de médio prazo) podem ser reajustadas para baixo", disse a Peugeot em um comunicado. A receita da empresa caiu para 12,11 bilhões de euros nos três meses encerrados em setembro, ante 12,58 bilhões de euros um ano antes. Ainda assim, a Peugeot reiterou sua meta de cortar o consumo de caixa operacional em 2013 em pelo menos a metade, para 1,5 bilhão de euros, com uma nova "redução muito significativa" no próximo ano.
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