A falta de chuva no Rio Grande do Sul reduziu o rebanho bovino e o impacto já está sendo sentido nos frigoríficos, informou o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do estado (Sicadergs).
Segundo o presidente do sindicato, Ronei Lauxen, o preço do boi aumentou 5% neste começo de ano.
– Nos últimos sete meses, o movimento considerado normal de abate girava em torno de 130 mil a 150 mil cabeças mensalmente, neste mês está diferente por causa da seca. Não há risco de o produto faltar, mais o valor pode vir embutido nos preços dos supermercados –, disse.
De acordo com a Associação e Sindicato Rural de Bagé, o fato de a seca ter começado ainda na primavera, provocou um atraso no ciclo natural das pastagens e isso refletiu no desenvolvimento dos animais, que tiveram falta de alimento.
A Defesa Civil do Estado informou que as cidades mais atingidas são de áreas rurais, que sofrem com a falta de água e alimentos. Elas recebem o apoio do governo do Estado, com a entrega de cestas básicas e caminhões de água. Treze municípios decretaram situação de emergência.
O Instituto Nacional de Meteorologia prevê na região céu parcialmente nublado durante todo o dia. A temperatura varia de 37 graus Celsius (ºC), a máxima, e 17ºC a mínima.
Enquanto a seca afeta cidades no sul do Estado, as enxurradas de verão, com acumulados significativos registrados em curtos períodos de tempo, têm causado prejuízos principalmente na região litorânea do Rio Grande do Sul.
As cidades mais afetadas, que estão em situação de emergência devido aos temporais, são Nova Hartz, Arroio do Sal, Torres, Terra de Areia e Três Cachoeiras.
Pelo menos outros 20 municípios decretaram situação de emergência por prejuízos causados pela chuva em dezembro do ano passado. Mesmo com a situação normalizada, os decretos têm duração de três meses, segundo a Defesa Civil.
Estiagem em municípios gaúchos já afeta frigoríficos
A falta de chuva no Rio Grande do Sul reduziu o rebanho bovino e o impacto já está sendo sentido nos frigoríficos. As cidades mais atingidas são de áreas rurais, que sofrem com a falta de água e alimentos. Elas recebem o apoio do governo do Estado, com a entrega de cestas básicas e caminhões de água. Treze municípios decretaram situação de emergência.
Terça, 25 de Janeiro de 2011 às 07:06, por: CdB
A falta de chuva no Rio Grande do Sul reduziu o rebanho bovino e o impacto já está sendo sentido nos frigoríficos, informou o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do estado (Sicadergs).
Segundo o presidente do sindicato, Ronei Lauxen, o preço do boi aumentou 5% neste começo de ano.
– Nos últimos sete meses, o movimento considerado normal de abate girava em torno de 130 mil a 150 mil cabeças mensalmente, neste mês está diferente por causa da seca. Não há risco de o produto faltar, mais o valor pode vir embutido nos preços dos supermercados –, disse.
De acordo com a Associação e Sindicato Rural de Bagé, o fato de a seca ter começado ainda na primavera, provocou um atraso no ciclo natural das pastagens e isso refletiu no desenvolvimento dos animais, que tiveram falta de alimento.
A Defesa Civil do Estado informou que as cidades mais atingidas são de áreas rurais, que sofrem com a falta de água e alimentos. Elas recebem o apoio do governo do Estado, com a entrega de cestas básicas e caminhões de água. Treze municípios decretaram situação de emergência.
O Instituto Nacional de Meteorologia prevê na região céu parcialmente nublado durante todo o dia. A temperatura varia de 37 graus Celsius (ºC), a máxima, e 17ºC a mínima.
Enquanto a seca afeta cidades no sul do Estado, as enxurradas de verão, com acumulados significativos registrados em curtos períodos de tempo, têm causado prejuízos principalmente na região litorânea do Rio Grande do Sul.
As cidades mais afetadas, que estão em situação de emergência devido aos temporais, são Nova Hartz, Arroio do Sal, Torres, Terra de Areia e Três Cachoeiras.
Pelo menos outros 20 municípios decretaram situação de emergência por prejuízos causados pela chuva em dezembro do ano passado. Mesmo com a situação normalizada, os decretos têm duração de três meses, segundo a Defesa Civil.