O Universo em infra-vermelhoDesde que foi lançado, em 2003, o Telescópio Espacial Spitzer, da agência espacial americana (Nasa), tem registrado belas imagens do espaço em infra-vermelho. Nesta foto, um berçário de estrelas na constelação de Órion. Foto: Nasa/JPL-Caltech/Universidade de ToledoEntre as mais recentes imagens captadas pelo Spitzer e divulgadas pela Nasa está a da nebulosa do "anel esmeralda". O brilho verde do anel em torno da nebulosa RCW 120, localizada a 4,3 mil anos-luz da Terra, não pode ser visto pelo olho humano. Foto: Nasa/JPL-CaltechEm órbita ao redor do sol, o telescópio de US$ 800 milhões tem instrumentos que coletam radiação infra-vermelha emitida por nebulosas, estrelas e galáxias. Foto: Nasa/JPL-CaltechEsta montagem mostra como a aparência da nebulosa norte-americana pode mudar dramaticamente quando se usa diferentes combinações de observações visíveis e em infra-vermelho. Foto: Nasa/JPL-CaltechEste grande aglomerado de galáxias elípticas contém tanta matéria escura (que não conseguimos ver), que sua gravidade afeta a luz. Foto: Nasa/Esa/Cral/Lam/STScIOs vários segmentos da galáxia Girassol, conhecida também como Messier 63, aparecem claramente nesta imagem feita pelo Spitzer. Foto: Nasa/JPL-CaltechUma montagem feita com informações coletadas pelo telescópio Spitzer e pelo Galaxy Evolution Explorer também revelou três exemplos de colisões entre galáxias. Foto: Nasa/JPL-Caltech/Harvard'Smithonian CfAO Spitzer conseguiu observar dois jatos idênticos saindo de uma estrela em formação. Foto: Nasa/JPL-CaltechÀ esquerda, a imagem visível pelo olho humano mostra apenas um jato. À direita, o infra-vermelho revela também o segundo jato (em verde). Foto: Nasa/JPL-CaltechNa foto, um aglomerado de jovens galáxias em formação, a 12,6 bilhões de anos-luz da Terra. Foto: Subaru/Nasa/JPL-Caltech
Desde que foi lançado, em 2003, o Telescópio Espacial Spitzer, da agência espacial americana (Nasa), tem registrado belas imagens do espaço.
Em órbita ao redor do sol, o telescópio de US$ 800 milhões tem instrumentos que coletam radiação infra-vermelha emitida por nebulosas, estrelas e galáxias.
Entre as mais recentes imagens captadas pelo Spitzer e divulgadas pela Nasa está a da nebulosa do "anel esmeralda".
O brilho verde do anel em torno da nebulosa RCW 120, localizada a 4,3 mil anos-luz da Terra, não pode ser visto pelo olho humano, mas representa a luz infra-vermelha vinda de minúsculos grãos de poeira chamados hidrocarbonetos aromáticos policíclicos.
Em outra imagem feita pelo Spitzer, é possível ver detalhes de um berçário de estrelas localizado dentro da constelação de Órion.
Uma montagem feita com informações coletadas pelo telescópio Spitzer e pelo Galaxy Evolution Explorer também revelou três exemplos de colisões entre galáxias.
Inicialmente, esperava-se que o Spitzer operasse por apenas 30 meses, já que seus instrumentos precisavam ser resfriados por hélio líquido e os cientistas acreditavam que a substância acabaria em 2006.
Na verdade, o hélio do telescópio durou até maio de 2009, quando a maior parte de seus instrumentos teve de ser desligada.
Uma câmera, no entanto, continua a operar e a registrar o universo em infra-vermelho.