Outra vez os estímulos para um artigo são tantos que é difícil escolher qual deverá ser o foco. Mas penso que neste momento o tema ideal seja o projeto Imagens e Vozes da Esperança – IVE. Foram dois meses de muito trabalho gratificante em que a equipe teve a oportunidade de construir visões positivas para o futuro de várias organizações. Palestras, eventos, workshops foram as atividades mais ricas.
O evento serviu para comprovar que as empresas estão em busca de saltos para a consciência de seus empregados, de uma participação mais ativa e da geração de mais conversas. No entanto, nós profissionais atentos e cientes de que somos sempre estimulados a nos desenvolver também precisamos nos alimentar, ou seja, refletir, meditar e aprender para poder oferecer sempre algo novo para nossos clientes.
De forma clara o que agregamos é conhecimento, por isso o tempo todo estamos investindo na ampliação do saber de todos nossos associados. Leituras, pesquisas, participação em seminários, congressos, olhos e ouvidos atentos a toda forma nova de perceber a realidade faz parte de nossas vidas. Estou falando de muitos profissionais que estão associados à Rebouças e dividem conosco o mesmo sonho da transformação através das inúmeras possibilidades que a comunicação oferece.
Imagens e Vozes da Esperança, um movimento criado pela jornalista americana Judy Rogers, é um desses espaços de aprendizado. No final de semana de 17 a 19 de agosto, dezenas de profissionais de mídia se reuniram com ela, num encontro coordenado pela Brahma Kumaris, organização que apoiou o movimento desde o início em 1999 e promoveu a sua primeira reunião em Belo Horizonte.
Fomos para lá para fazer um balanço do que estamos conseguindo realizar para promover a transformação do papel da mídia em nossas vidas. É claro que no espaço do Boom será impossível transmitir a paz transmitida pelas mãos seguras da organização da Brahma Kumaris. As pausas silenciosas de 1 minuto, as meditações, os sabores das refeições preparadas com carinho e paz e as inovadores histórias contadas pelos participantes, que criaram experiências nas quais o DIÁLOGO é o caminho para a construção de novos.
Parece estranho a palavra diálogo tomar essa importância, mas é isso mesmo que sucede porque não sabemos conversar e os que descobrem como fazê-lo conseguem resultados surpreendentes. Seguiram-se apresentações e muitos diálogos e descobrimos trabalhos fundamentais que estão sendo realizados por profissionais de comunicação.
No relato de um locutor da rádio Transamérica acorda seus ouvintes com a seguinte mensagem: “Bom dia!! Essa é a melhor notícia que eu posso te dar. Você está vivo e tem um novo dia pela frente e pode fazer tudo diferente se quiser”. Conhecemos também a Silvia Costa que realiza um trabalho fantástico com estudantes da rede pública de Santos. Um projeto patrocinado pelo jornal A Tribuna, em que as crianças passam a tomar consciência das Imagens e Vozes da Esperança na mídia em contraponto com as “Imagens e Vozes do Desalento” que assistimos todos os dias. A reação tão positiva ao seu trabalho a surpreendeu.
Também ficou claro entre nós o quanto a perseverança e o valor para a realização do nosso trabalho. A delicadeza, a sutileza, a harmonia e a paz caracterizaram o lançamento do IVE, em Minas Gerais. O sonho agora é compartilhar com mais e mais profissionais da mídia, sejam eles jornalistas, publicitários, RPs, profissionais de comunicação empresarial. Podemos ver iniciativas como a Feira de Comunicação na Universidade da Amazônia, UNAMA, realizada no dia 28 de agosto em Belém ou nos eventos do Netcom, da UFRJ. Ou quem sabe ainda, possamos concretizar o sonho de trazer Judy Rogers ao Rio de Janeiro para nos contar como o projeto Imagens e Vozes de Esperança virou seu projeto na maturidade profissional e como David Coperride com sua metodologia de Diálogos Apreciativos tem contribuído par
Rio de Janeiro, 08 de Novembro de 2026
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