Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2026

ICST recua 4,3% no trimestre encerrado em maio

O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou queda de 4,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Terça, 04 de Junho de 2013 às 08:26, por: CdB
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O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou queda de 4,3% no trimestre encerrado em maio
O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou queda de 4,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse é o segundo mês consecutivo em que o indicador evolui favoravelmente nesta base de comparação. Em março e em abril, a variação internanual do indicador trimestral foi -7,9% e -6,6%, respectivamente. Houve avanço tanto do grau de satisfação com a situação presente da atividade como das expectativas em relação aos meses seguintes. A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) passou de -9,1% em abril para -7,1% em maio. A variação do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -4,5% em abril para -1,9% em maio. Dos 11 segmentos pesquisados, sete apresentaram melhora, com destaque para as obras viárias, cuja variação interanual do índice de confiança trimestral passou de 1,2% em abril para 4,8% em maio. A preparação de terreno passou de -12,1% para -7,5% no mesmo período, as edificações foram de -6,8% para -4,1% e as obras de arte especiais passaram de -5,9% para -3,5%. Das 701 empresas consultadas, 21,9% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre terminado em maio, contra 25,6% no mesmo período de 2012, já 19,3% reportaram que a atividade diminuiu (contra 16,3% em maio de 2012). O quesito que avalia a demanda prevista para os próximos três meses foi o de maior influência na melhora do IE-CST. A variação interanual trimestral passou de -3,6% em abril para -0,6% em maio. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda no trimestre encerrado em maio foi 35,7%, contra 36,3% há um ano, enquanto a parcela das que esperam redução chegou a 5,7%, contra 5,5% em maio de 2012.
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