O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Renato Hottz, disse que a polêmica envolvendo a reintegração de policiais investigados não o deixa inseguro em relação ao seu cargo. Hottz disse que, assim como foi nomeado pela governadora Rosinha Matheus, pode ter que deixar o cargo a qualquer momento.
Hottz disse também que ainda não conversou com o secretário de Segurança Pública Anthony Garotinho, mas que está seguindo as orientações para apresentar o relatório apontando os casos que serão revistos pela Polícia Militar.
No ano passado, 65 PMs acusados de crimes voltaram à polícia. O comandante-geral da PM admitiu que errou na avaliação de 22 dos 45 casos em que a decisão foi tomada por ele. Estes policiais passarão por um segundo conselho de disciplina, num prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 20.
Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026
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