Rio de Janeiro, 21 de Agosto de 2026

Hospital Universitário do Rio volta a atender pacientes

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), retoma nesta segunda-feira as atividades, quase um mês após a implosão da ala sul do prédio, que levou ao fechamento da unidade. Inicialmente previsto para a semana passada, o reinício das atividades de assistência médica foi adiado por uma semana devido à necessidade de reparos na rede elétrica do centro cirúrgico.

Segunda, 17 de Janeiro de 2011 às 08:57, por: CdB
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O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), retoma nesta segunda-feira as atividades, quase um mês após a implosão da ala sul do prédio, que levou ao fechamento da unidade. Inicialmente previsto para a semana passada, o reinício das atividades de assistência médica foi adiado por uma semana devido à necessidade de reparos na rede elétrica do centro cirúrgico. Os funcionários das áreas técnica e administrativa já retornaram ao trabalho. Erguida na década de 50 e jamais concluída, a estrutura da ala sul, um enorme “esqueleto” de 13 andares, levou apenas 20 segundos para ser implodida no dia 19 de dezembro passado. No terreno, a UFRJ vai construir um novo hospital, “mais moderno, com mais recursos, significando melhorias para a saúde no Rio de Janeiro”, afirmou, no dia da implosão, o reitor Aloisio Teixeira. A ala norte, onde estava sendo feito o atendimento clínico e ambulatorial que será retomado nesta segunda-feira, terá futuramente suas dependências aproveitadas como salas de aula, gabinetes de professores e laboratórios de pesquisa. Antes de iniciar a construção do novo hospital, a UFRJ terá, no entanto, que remover os escombros da ala sul, que totalizam 120 mil toneladas de concreto e ferragens. Ainda neste mês, a universidade fará uma licitação para escolher a empresa responsável pela retirada do material, trabalho que deve levar de quatro a seis meses. Segundo a UFRJ, uma parte dos escombros poderá ser aproveitada como material reciclável e a outra em aterros sanitários no próprio campus universitário, na Ilha do Fundão, zona norte do Rio.
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