A experiência positiva vivida em um dos momentos mais importantes da vida de uma mulher, o parto, comprova o bom atendimento do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita. As excelentes referências levam milhares de gestantes a escolher a unidade para terem seus bebês.
A experiência positiva vivida em um dos momentos mais importantes da vida de uma mulher, o parto, comprova o bom atendimento do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita. As excelentes referências levam milhares de gestantes a escolher a unidade para terem seus bebês.
Moradoras da Baixada optam pelo atendimento diferenciado da unidade
- Minha prima teve neném aqui e me recomendou. O atendimento foi ótimo. Durante o parto, diminuíram a luz do quarto e isso me deixou mais tranquila. Achava que a neném só viria para o quarto para que eu a amamentasse, mas fiquei com ela o tempo todo - disse Melissa, de 19 anos, moradora de Cabuçu e mãe da pequena Ana Clara.
Sua mãe, Flavia da Costa e Silva, foi quem a acompanhou durante o parto. Ela, que teve Melissa em uma maternidade de Duque de Caxias, também elogiou o atendimento recebido.
– Há 19 anos, quando a Melissa nasceu, tive um atendimento horrível. Aqui, as enfermeiras foram solícitas e trataram minha filha, com carinho – afirmou Flavia.
Moradora de Nilópolis, Evelin Cardoso, de 27 anos, começou a frequentar o Hospital Estadual da Mãe no pré-natal.
- Uma colega teve neném aqui e elogiou muito. Não tive duvidas de onde ter o Jean. Fiz diversos exames durante a gestação e fui atendida por nutricionista e psicóloga. Hoje, estou ansiosa, mas sei que está tudo bem com a gente -disse Evelin, momentos antes de dar à luz ao primogênito.
Inovação
Desde junho de 2012, quando foi inaugurada, a unidade é referência para gestações de baixo risco na Baixada Fluminense. Até agora, o hospital realizou 290.718 atendimentos, 19.240 partos (75,68% deles normais), 50.827 exames de raios-X e ultrassonografias e 534.983 exames laboratoriais.
Um time de 569 profissionais, sendo 164 médicos, atua na unidade, que prioriza o parto humanizado através de recursos como as salas de PPP (pré-parto, parto e pós-parto). A gestante é encaminhada para o espaço, quando já está prestes a dar à luz, junto com um acompanhante, e tem acesso a métodos que vão ajudá-la no parto, como recursos não-farmacológicos para alívio da dor, massagem, exercícios de fisioterapia, respiração e caminhada.
São 12 salas de PPP, além de 70 leitos de internação e oito e de UI Neonatal. Além disso, o hospital conta com leitos de recuperação pós-anestesia, assistência aos recém-nascidos e centro cirúrgico.
Cesariana sem presença de pediatra
Em maio deste ano, o Ministério da Saúde estudou a possibilidade de estabelecer uma nova diretriz sobre cesarianas, dispensando a presença de pediatra na sala de parto quando não houver risco para o bebê nem para a mãe. Entidades médicas enviaram esta semana uma nota ao Ministério da Saúde repudiando a proposta.
Segundo o ministério, o documento, que reforça a importância da presença de um profissional adequadamente treinado em reanimação neonatal, como pediatra, neonatologista, enfermeiro obstetra, enfermeiro neonatal, entre outros, apenas em cesariana feita com uso de anestesia geral ou se houver evidência de sofrimento fetal.
– As entidades médicas entendem que a equipe tem que ter um pediatra, normalmente um neonatologista, para receber o bebê. Existem evidências na literatura de que esse profissional colocado no ambiente do parto melhora os resultados – disse o diretor da Associação Médica Brasileira, José Bonamigo.
Bonamigo reconhece que não é fácil ter um pediatra em cada sala de cirurgia, mas, para o especialista, as diretrizes do governo devem orientar os serviços de parto a terem a melhor situação para gestantes e crianças. ”É justo diminuir os custos dos procedimentos, mas não colocando em risco a saúde dos pacientes.”
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