O hormônio leptina, que controla o apetite, pode cumprir um papel significativo na doença de Alzheimer, segundo pesquisadores da Universidade de Boston, nos EUA.
A pesquisa, realizada 200 voluntários, mostrou que aqueles que apresentavam menores níveis de leptina corriam maiores riscos de desenvolver a doença neurodegenerativa – no estudo, um quarto daqueles com menores níveis do hormônio desenvolveram Alzheimer, contra apenas 6% daqueles com maiores níveis de leptina.
Produzido por células de gordura, o hormônio sinaliza ao cérebro que o organismo está saciado, reduzindo o apetite. Evidências mostram que ele também beneficia a função cerebral.
A leptina poderá ser usada, eventualmente, como um marcador e um tratamento para a doença de Alzheimer e outras demências.