Rio de Janeiro, 17 de Setembro de 2026

Homem sobrevive a 17 paradas cardíacas em um só dia

Um homem britânico que sofreu 17 paradas cardíacas e sobreviveu, já se recuperou totalmente do incidente, afirmaram os médicos que o atenderam. John Gilmartin, de 41 anos, de Chaddesden, no Leste da Inglaterra, teve o coração reiniciado 11 vezes em direção ao hospital e em outras seis ocasiões no Royal Derby Hospital, onde foi atendido.

Quinta, 28 de Novembro de 2013 às 08:59, por: CdB
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Segundo médicos, John Gilmartin não sofreu nenhum dano irreversível e já se recuperou totalmente
Um homem britânico que sofreu 17 paradas cardíacas e sobreviveu, já se recuperou totalmente do incidente, afirmaram os médicos que o atenderam. John Gilmartin, de 41 anos, de Chaddesden, no Leste da Inglaterra, teve o coração reiniciado 11 vezes em direção ao hospital e em outras seis ocasiões no Royal Derby Hospital, onde foi atendido. O médico que atendeu Gilmartin, Gareth Hughes, afirmou que pacientes que são submetidos a reanimações repetidas quase sempre sofrem algum tipo de dano neurológico. Gilmartin, que está em boa forma e não tinha tido nenhum problema cardíaco anteriormente, afirmou que teve sorte ao sobreviver. Família em choque Ele contou que se sentiu mal e decidiu descansar. Quando acordou, estava em uma Unidade de Terapia Intensiva do hospital. - Eu nunca tive nenhum problema cardíaco. Sempre estive em forma e muito bem - afirmou ele. - Minha família ficou em estado de choque. Minha mulher me deitou no chão e começou a fazer massagem cardiorrespiratória até os paramédicos chegarem. - Havia uma chance de eu ter sofrido dano cerebral sem a massagem cardíaca. Os paramédicos tiveram que administrar repetidamente choques elétricos para manter o coração de Gilmartin funcionado durante o caminho até o hospital. 'Vida longa e frutífera' Gilmartin sofreu mais seis infartos durante uma operação para colocar uma pequena bomba de balão intra-aórtica dentro do seu coração. Hughes, uma das 10 pessoas envolvidas no salvamento de Gilmartin, afirmou: "É incrivelmente raro ter um resultado tão bem-sucedido. Ele não só sobreviveu aos ataques, como não sofreu nenhum dano neurológico". - O fato de ele ser muito jovem e, provavelmente, ter funções cardíacas razoáveis com certeza o ajudou neste caso. - Não há nenhuma razão para que ele não deva continuar a ter uma vida longa e frutífera - concluiu Hughes.
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