Em uma estratégia de proteção após os assassinatos de dois de seus mais importantes líderes em menos de um mês, o grupo radical palestino Hamas decidiu manter em sigilo o nome do sucessor de Abdelaziz al-Rantissi, morto no sábado em um ataque de Israel em Gaza. A decisão de foi tomada pelo líder supremo da organização na Síria, Khaled Mashaal. O grupo radical decretou três dias de luto nos territórios palestinos.
O Hamas prometeu lançar "cem retaliações" contra Israel pelo assassinato de Rantissi, escolhido para liderar o grupo na Faixa de Gaza após o líder espiritual e fundador do grupo, xeque Ahmed Yassin, ser morto em um ataque isralense em 22 de março passado, também em Gaza. Na sua declarada campanha para erradicar a liderança do grupo radical islâmico antes de retirar as tropas israelenses da Faixa de Gaza, o governo de Ariel Sharon também jurou de morte Mashaal.
Neste domingo, dezenas de milhares de seguidores do Hamas e de palestinos participaram do cortejo fúnebre de Rantissi pelas ruas da Cidade de Gaza. Com bandeiras verdes do Hamas, muitos gritaram "Alá é grande" e pediam vingança.
Diante de uma multidão, o corpo de Rantissi foi retirado do hospital de Shifa - para onde o líder ferido foi levado após o ataque -, colocado em uma maca e carregado pelas ruas da cidade palestina. Rantissi era popular entre os palestinos devido a sua forte oposição à ocupação israelenses.
Hamas mantém sigilo sobre novo líder
Em uma estratégia de proteção após os assassinatos de dois de seus mais importantes líderes em menos de um mês, o grupo radical palestino Hamas decidiu manter em sigilo o nome do sucessor de Abdelaziz al-Rantissi, morto no sábado em um ataque de Israel em Gaza. A decisão de foi tomada pelo líder supremo da organização na Síria, Khaled Mashaal. O grupo decretou três dias de luto nos territórios palestinos. O Hamas prometeu lançar "cem retaliações" contra Israel pelo assassinato de Rantissi, escolhido para liderar o grupo na Faixa de Gaza após o líder espiritual e fundador do grupo, xeque Ahmed Yassin, ser morto em um ataque em 22 de março, em Gaza. (Leia Mais)
Domingo, 18 de Abril de 2004 às 07:32, por: CdB