Competir no mercado que está se desenhando, após os últimos acordos com teles quadri-play, que oferecerão serviços fixo, móvel, banda larga e TV por assinatura, não representa um motivo de preocupação para a GVT. A operadora, que passou a ser a única, entre os grandes grupos brasileiros, que não tem uma oferta de celular, está confortável, de acordo com o presidente da companhia, Amos Genish. Apesar de considerar que a falta de oferta wireless não significa um problema, ele admite a possibilidade de, no futuro, reverter a situação.
“Não podemos ficar fora desse jogo no longo prazo”, reconhece Genish, esclarecendo que deve avaliar a entrada da GVT na telefonia móvel somente daqui a 18 meses. Ao ser questionado se a empresa teria interesse na compra de licenças da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para 3G, o executivo aponta que a tecnologia dificilmente atenderia seus objetivos por começar a ficar ultrapassada.
O presidente da GVT acha mais sensato aguardar 4G para analisar melhor se a operadora entra no mundo móvel com serviço diferenciado. Para ele, a operadora não fica em desvantagem por não ter celular. Seu argumento é de que na telefonia móvel e fixa ainda não há convergência, apenas oferta casada sem integração entre os serviços.
Por considerar que o consumidor brasileiro é sofisticado, Genish acredita que o usuário tende a escolher a prestadora de serviços pelo que ela oferece de melhor e não pelo pacote ofertado.
Como a telefonia móvel não é prioridade hoje para a GVT, a tele concentrará seus esforços para ser uma operadora triple-play, com entrega de voz fixa, banda larga e TV paga - que deverá fazer parte da oferta da empresa a partir de 2011. Sua estratégia para competir com Telefônica/Vivo, Oi/PT, TIM/Intelig e Embratel/Claro, que terão esses serviços e mais a telefonia móvel, é oferta diferenciada nos pacotes de internet e televisão por assinatura.
GVT vai analisar entrada na telefonia móvel em 18 meses
Competir no mercado que está se desenhando, após os últimos acordos com teles quadri-play, que oferecerão serviços fixo, móvel, banda larga e TV por assinatura, não representa um motivo de preocupação para a GVT. A operadora, que passou a ser a única, entre os grandes grupos brasileiros, que não tem uma oferta de celular, está confortável, de acordo com o presidente da companhia, Amos Genish. Apesar de considerar que a falta de oferta wireless não significa um problema, ele admite a possibilidade de, no futuro, reverter a situação.
Sexta, 06 de Agosto de 2010 às 09:38, por: CdB
Competir no mercado que está se desenhando, após os últimos acordos com teles quadri-play, que oferecerão serviços fixo, móvel, banda larga e TV por assinatura, não representa um motivo de preocupação para a GVT. A operadora, que passou a ser a única, entre os grandes grupos brasileiros, que não tem uma oferta de celular, está confortável, de acordo com o presidente da companhia, Amos Genish. Apesar de considerar que a falta de oferta wireless não significa um problema, ele admite a possibilidade de, no futuro, reverter a situação.
“Não podemos ficar fora desse jogo no longo prazo”, reconhece Genish, esclarecendo que deve avaliar a entrada da GVT na telefonia móvel somente daqui a 18 meses. Ao ser questionado se a empresa teria interesse na compra de licenças da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para 3G, o executivo aponta que a tecnologia dificilmente atenderia seus objetivos por começar a ficar ultrapassada.
O presidente da GVT acha mais sensato aguardar 4G para analisar melhor se a operadora entra no mundo móvel com serviço diferenciado. Para ele, a operadora não fica em desvantagem por não ter celular. Seu argumento é de que na telefonia móvel e fixa ainda não há convergência, apenas oferta casada sem integração entre os serviços.
Por considerar que o consumidor brasileiro é sofisticado, Genish acredita que o usuário tende a escolher a prestadora de serviços pelo que ela oferece de melhor e não pelo pacote ofertado.
Como a telefonia móvel não é prioridade hoje para a GVT, a tele concentrará seus esforços para ser uma operadora triple-play, com entrega de voz fixa, banda larga e TV paga - que deverá fazer parte da oferta da empresa a partir de 2011. Sua estratégia para competir com Telefônica/Vivo, Oi/PT, TIM/Intelig e Embratel/Claro, que terão esses serviços e mais a telefonia móvel, é oferta diferenciada nos pacotes de internet e televisão por assinatura.