As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, milícia vinculada ao movimento governista Fatah, assumiram a autoria do assassinato neste domingo, de um guarda florestal israelense.
O incidente ocorreu ao amanhecer deste domingo, na reserva natural de Bet Guvrin, uma região israelense na fronteira com a Cisjordânia. O guarda, Vladimir Rubin, de 66 anos, foi achado em sua cabana com um tiro na cabeça e sem sua arma, informou a polícia.
A princípio, a polícia afirmou que o assassinato poderia ter sido cometido por criminosos comuns, embora outros dois casos semelhantes ocorridos no mês de dezembro na mesma região apontavam para alguma organização palestina.
As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa assumiram a responsabilidade pelo assassinato numa entrevista que um de seus líderes concedeu esta noite ao jornal online "E-Net", do grupo "Yediot Aharonot".
O miliciano afirmou em suas declarações que "o assassinato do guarda florestal é uma resposta à política de assassinatos seletivos de Israel".