Rio de Janeiro, 04 de Setembro de 2026

Greve: principais sindicatos opositores paralisam Argentina

Os principais sindicatos opositores da Argentina fizeram nesta terça-feira uma greve geral para exigir melhores salários e a redução do imposto de renda, enquanto que a economia está estagnada quatro meses antes das eleições presidenciais.

Quarta, 10 de Junho de 2015 às 08:17, por: CdB
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Pedestre cruza rua vazia em Buenos Aires durante greve geral nacional na Argentina
  Os principais sindicatos opositores da Argentina fizeram nesta terça-feira uma greve geral para exigir melhores salários e a redução do imposto de renda, enquanto que a economia está estagnada quatro meses antes das eleições presidenciais. A medida de força, a segunda desde março, afetava principalmente o transporte público de passageiros e de cargas, o transporte aéreo, hospitais, postos de combustíveis e portos. A greve, segundo os organizadores, é para exigir do governo um alívio na carga fiscal diante da queda no poder de compra como resultado de uma inflação galopante. - A participação é total, hoje nada funciona. A greve é sintoma de que algo está mal - disse à agência inglesa de notícias Reuters o secretário de Transporte do poderoso Sindicato de Motoristas de Caminhões, Omar Pérez. Os terminais de ônibus estavam desertos nesta terça-feira, enquanto que o tráfego de carros particulares era intenso. Ativistas de partidos de esquerda bloquearam alguns acessos à cidade de Buenos Aires. Na região portuária de Rosário, um dos maiores núcleos agroexportadores do mundo, a atividade era reduzida. De acordo com a Bolsa de Comércio de Rosário, a quantidade de caminhões com grãos que entraram nos terminais da região caiu 72,2 % em relação a segunda-feira, para apenas 985 veículos. O governo rejeitou as exigências dos sindicatos e atribuiu o protesto a um objetivo meramente político dos sindicatos opositores em ano eleitoral.  
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