Greve: Passageiros enfrentam dificuldades para chegar ao trabalho
Passageiros tiveram muita dificuldade para chegar ao trabalho nesta quarta-feira, segundo dia de greve dos rodoviários do Rio, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, afirmou que o número da frota nas ruas é maior em comparação ao desta terça-feira, que foi de apenas 18%, mas a previsão da prefeitura para esta quarta era de 30% da frota rodando, mas ainda não há um balanço do número de ônibus circulando na cidade.
Passageiros tiveram muita dificuldade para chegar ao trabalho nesta quarta-feira, no segundo dia de greve dos rodoviários do Rio
Passageiros tiveram muita dificuldade para chegar ao trabalho nesta quarta-feira, no segundo dia de greve dos rodoviários do Rio, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, afirmou que o número da frota nas ruas é maior em comparação ao desta terça-feira, que foi de apenas 18%, mas a previsão da prefeitura para esta quarta era de 30% da frota rodando, mas ainda não há um balanço do número de ônibus circulando na cidade.
As lideranças dos rodoviários disseram que não têm como garantir 70% dos trabalhadores em atividade, como exigiu o Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Eles adiantaram que a paralisação só terminará a partir desta quinta-feira.
Durante entrevista na sede da Central Sindical e Popular (CSP – Conlutas), o comando de greve explicou que não tem como convencer nem mesmo 30% dos empregados das empresas de ônibus a voltarem nesta quarta-feira, conforme prevê a lei que trata da prestação de serviços essenciais em caso de greve.
O motorista Hélio Alfredo Teodoro, uma das principais lideranças dos trabalhadores, calcula que 80% dos rodoviários do município estejam paralisados. Ele afirma que os rumos do movimento serão definidos em nova assembleia da categoria, marcada para as 16h desta quinta-feira, na praça da Igreja da Candelária, no centro do Rio.
- Como eu vou conseguir chamar o pessoal agora para fazer outra assembleia? Na quinta-feira, a classe volta a trabalhar normalmente. Depois haverá nova assembleia. Até lá, esperamos que alguém venha negociar. Nós estamos abertos à negociação, a aceitar propostas. O sindicato (das empresas) não quer negociar, mas nós queremos. Espero que a prefeitura intervenha a favor nosso, que intime o sindicato a sentar e negociar - disse Hélio.
Os grevistas reivindicam 40% de aumento sobre o salário-base de R$ 1.779, no caso dos motoristas, e R$ 982 para cobradores, além de um tíquete-alimentação de R$ 400, contra os atuais R$ 140. Além disso, querem o fim da dupla função, o que na prática significa que muitos rodoviários dirigem enquanto recebem dinheiro e passam o troco.
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