Em assembléia realizada na noite de quarta-feira, o Sindicato dos Ferroviários do Rio de Janeiro decidiu manter a greve que chega ao seu quarto dia nesta quinta-feira, prejudicando quase meio milhão de passageiros que utiliza os trens diariamente para trabalhar.
A concessionária SuperVia está operando com 60% da frota no horário de pico e com 40% no restante do dia. Assim como nos dias anteriores, ontem a empresa resolveu encerrar as operações uma hora e meia mais cedo por conta da falta de pessoal. Por razões de segurança, a concessionária decidiu suspender a circulação de trens em dois dos cinco ramais que administra. Nesta tarde, os sindicalistas vão à Delegacia Regional do Trabalho denunciar as condições de trabalho e justificar a greve.
Os maquinistas iniciaram a paralisação na segunda-feira alegando falta de segurança nos trens. Desde então sete funcionários foram mandados embora. O sindicato dos ferroviários condiciona o retorno das atividades à reintegração de um total de 11 maquinistas demitidos. No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) recomendou na quarta-feira, após audiência, que fossem reintegrados apenas os sete maquinistas dispensados após o anúncio da paralisação.
A SuperVia, em nota, voltou a repudiar os atos retratados em imagens captadas pela imprensa de quatro agentes de controle agredindo passageiros, que já foram sumariamente demitidos. Nas imagens, eles aparecem dando murros e chicotadas em passageiros que insistiam em andar nos vagões com as portas abertas, o que é proibido. A Polícia militar determinou aos batalhões que dêem mais atenção às estações ferroviárias, para garantir integridade física dos usuários.
Greve dos ferroviários no Rio chega ao quarto dia
Em assembléia realizada na noite de quarta-feira, o Sindicato dos Ferroviários do Rio de Janeiro decidiu manter a greve que chega ao seu quarto dia nesta quinta-feira, prejudicando quase meio milhão de passageiros que utiliza os trens diariamente para trabalhar.Nesta tarde, os sindicalistas vão à Delegacia Regional do Trabalho denunciar as condições de trabalho e justificar a greve.(Leia Mais)
Quinta, 16 de Abril de 2009 às 06:55, por: CdB