Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Haddad: Greve de servidores de universidades não afetará matrículas

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que a greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais não prejudicará as matrículas do segundo semestre de 2011. O ministro espera pôr fim à paralisação até o final do mês de agosto, quando devem recomeçar as aulas. A greve teve início do mês de junho.

Terça, 21 de Junho de 2011 às 06:34, por: CdB
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O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira que a greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais não prejudicará as matrículas do segundo semestre de 2011. O ministro espera pôr fim à paralisação até o final do mês de agosto, quando devem recomeçar as aulas. A greve teve início do mês de junho. – Há tempo. Preciso verificar até onde podemos ir para atender as demandas da categoria. Mas há boa vontade do governo e tempo –, disse Haddad, durante visita aos laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro), em Xerém, no Rio de Janeiro. O ministro contou que se encontrou com representantes dos servidores técnico-administrativos, em Brasília, e reforçou a proposta de intermediar as negociações com o Ministério de Planejamento. – Discutimos um cronograma com uma data final para o governo oferecer uma proposta. Isso faz o movimento sentir que o calendário está correndo, com providências do governo –, afirmou.   Haddad também comentou o anúncio de paralisação dos docentes de Instituições Federais de Ensino (Ifes) - prevista para 5 de julho - e disse que, desde 2005, o Ministério da Educação não enfrenta graves crises. – É natural que se abram negociações periodicamente. Temos um histórico de sucesso. Há seis anos estou no ministério e não temos tido grandes greves, a última foi em 2005. A greve dos servidores técnico- administrativos atinge 47 universidades federais e paralisa, principalmente, restaurantes e bibliotecas. Nos próximos dias, a expectativa é que o atendimento nos hospitais universitários seja reduzido. A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) pede reajuste de três salários mínimos sobre o piso de R$ 1.034.
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