Cerca de cinco mil cobradores e motoristas de seis empresas de transporte coletivo entraram em greve nesta segunda-feira, para reivindicarem aumento de 6% no salário da categoria, baseado na inflação do período de 2004 e 2005 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os rodoviários de Ananindeua aguardam a decisão do Tribunal Regional do Trabalho, que ajuizou o dissídio coletivo da categoria.
A empresa Viação Forte só opera com duas linhas, desobedecendo a regra de operar com 40% da frota, caso haja greve. Mas foram os rodoviários que permitiram a saída de apenas dois carros, para circular nos três municípios: Ananindeua, Belém e Marituba. A greve dos motoristas de Ananindeua e Marituba afeta mais de 500 mil habitantes, sendo que deste número mais da metade depende do transporte coletivo.